quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Novos ônibus começam a circular na cidade

22/12/2010 - Estado News

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Os veículos são equipados com elevador para acesso de deficientes físicos

Novos ônibusNa última segunda-feira, o prefeito Vitor Lippi entregou 12 novos ônibus para o Sistema de Transporte Coletivo da cidade. Todos os veículos são equipados com elevador para acesso dos portadores de deficiência física.

Por enquanto, não são todos os ônibus que estão nas ruas, mas aos poucos eles vão substituindo a antiga frota, melhorando também a condição de transporte dos usuários.

O presidente da Urbes, Renato Gianola, disse que dessa nova frota, dois veículos têm quinze metros, para circulação em corredores de grande demanda de passageiros, devido à sua maior capacidade de lotação, uma linha que pode receber um desses ônibus é a do Campolim.

Em Sorocaba, atualmente, são quatro empresas que são responsáveis pelo transporte urbano, sã elas: São João, Rosa, Jundiá e STU. Os novos ônibus devem integrar as linhas feitas pela STU, sendo que as outras empresas já circulam com ônibus novos e com acesso aos portadores de deficiência.

Reportagem: Daniela Campos 
Fotos: Renata Momi

Ônibus a hidrogênio começa a rodar com passageiros

20/12/2010 -  por blogpontodeonibus

Ônibus Marcopolo Viale / Tuttotrasporti com equipamentos de tração a hidorgênio importados já leva passageiros em testes

Testes com ônibus a hidrogênio têm surpreendido EMTU
Consumo do veículo em trechos do Corredor ABD é menor do que o previsto

A EMTU – Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos – tem até o momento se mostrada satisfeita com as análises preliminares do desempenho e do consumo do ônibus a hidrogênio que começou, a título de testes, transportar passageiros desde a última quinta-feira, dia 12 de dezembro.
A média estimada de consumo é de 15 quilos de hidrogênio a cada 100 quilômetros percorridos, mas em alguns trechos do Corredor entre São Mateus, zona Leste da Capital Paulista, e Jabaquara, na zona Sul de São Paulo, passando pelos municípios de Santo André, São Bernardo do Campo e Diadema, a média de consumo chega a ser inferior a isso. Assim, as operações com ônibus a hidrogênio podem sair mais baratas que o estimado, embora ainda com valor elevado.

É que apesar de ser considerado o primeiro ônibus hidrogênio brasileiro, do Brasil mesmo ele só tem a carroceria, Marcoplo Viale, e o chassi, da Tuttotrasporti.

A célula de combustível de hidrogênio, os tanques reservatórios que ficam sobre o ônibus, os cilindros e o motor elétrico, entre outras peças de alto valor, ainda são de outros países.

O desenvolvimento do ônibus a hidrogênio para circular no corredor da EMTU, operado pela Metra, custou US$ 16 milhões e contou com recursos do PNUD, que é o fundo de desenvolvimento das Nações Unidas, Ministério de Minas e Energia, além de entidades ligadas à tecnologia e meio ambiente.

O ônibus a hidrogênio circula em períodos e trechos alternados do Corredor que serve o ABC Paulista e desde a última quinta-feira transporta passageiros.

O valor da tarifa é normal, sendo aceito somente o bilhete magnético de R$ 2,65.
O veículo só não opera ainda em horários de pico.

MAIS HIDROGÊNIO: 

A EMTU estima que até 2012 mais três ônibus a hidrogênio comecem a operar no Corredor que liga a região do ABC Paulista à partes das zonas Sul e Leste de São Paulo.

Para isso, a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos aguarda que haja incentivo à indústria nacional para que boa parte dos componentes hoje importados seja produzida no Brasil, o que diminuiria os custos de aquisição e manutenção dos ônibus.

O ônibus hidrogênio reduz 100% a emissão de poluentes, como o trólebus, com a vantagem de ser flexível, sem depender de fios de rede aérea.

Sua tração é elétrica.

Simplificando como ocorre o funcionamento do ônibus, os tanques colocados em cima do veículo enviam o hidrogênio até a célula de combustível. Pela eletrólise, é realizada a separação do hidrogênio e do oxigênio.
Neste processo há geração de energia elétrica, que é captada pelo motor de tração, fazendo o ônibus funcionar.

O subproduto da eletrólise é transformado em vapor d’água.
O ônibus possui baterias de alto desempenho para captação e armazenamento de energia elétrica.

Isso garante funcionabilidade em trechos que possam exigir mais esforço do sistema ou mesmo autonomia para o ônibus andar, mesmo com a geração de energia na célula de combustível interrompida.

As baterias garantem uma autonomia sem geração de energia de 30 quilômetros, mais do que o suficiente para o ônibus voltar à garagem, levando em conta que o trecho do corredor onde opera tem 33 quilômetros e o pátio fica quase no meio do percurso.

A energia também é aproveitada pelo sistema denominado frenagem regenerativa, como o suado na Fórmula 1.
A energia extra que não é utilizada nos momentos de frenagem pelo fato do ônibus ser menos exigido e também a gerada pelo atrito entre os freios e a roda é levada para as baterias de armazenamento.

O ônibus possui 9 tanques de hidrogênio, que juntos totalizam 45 quilos de combustível, o que, só de hidrogênio dá uma autonomia de 300 quilômetros percorridos.

Como as condições de relevo e pavimento do corredor são melhores que em situações normais, o rendimento, por enquanto, tem se mostrado superior.

A população tem aprovado. É mais conforto e menos barulho.

Adamo Bazani.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Ubatuba tem nova frota de ônibus ecológicos circulando pelo município

11/11/2010 - VN News

São 12 novos veículos com motores eletrônicos, que atendem às normas Euro III de emissão de poluentes

onibus ecologico

Os cidadãos que costumam utilizar os serviços da empresa de ônibus local já perceberam que uma nova frota está rodando pela cidade. A novidade é que esses novos ônibus são ecológicos, pois atendem ao padrão europeu de emissões de poluentes chamado de EURO III.

Ao todo, são 12 veículos, que atendem também às normas de acessibilidade, com elevadores para cadeiras de rodas e espaço para cães-guia de deficientes visuais.

Segundo Carlos Eduardo Ferreira Martins, diretor da empresa que agora se chama "Expresso Verde Bus", a nova frota é um compromisso firmado com o prefeito, visando a melhoria dos serviços prestados à cidade. 

"Assumimos a empresa há seis meses e nos comprometemos a dar maior conforto à população, sem perder de vista a necessidade da preservação do meio ambiente. Nossa perspectiva é substituir gradativamente os veículos antigos por esses ônibus modernos, até que todos os ônibus da empresa sejam ecológicos."

Transporte coletivo terá doze ônibus novos com acessibilidade

20/12/2010 - Cruzeiro do Sul



Sorocaba recebeu 12 novos ônibus adaptados com elevadores para o acesso de deficientes físicos, na manhã desta segunda-feira (20). Os novos coletivos passam a operar em linhas do Sistema a partir desta terça-feira dia 21.

A solenidade aconteceu às 9h, no estacionamento da Prefeitura de Sorocaba, com a entrega das chaves feita pelo prefeito Vitor Lippi à população. A nova frota de ônibus é composta por 2 ônibus de 15 metros que apresentam maior capacidade de carregamento, 5 ônibus de tecnologia Padron (maiores que os convencionais) de com motor eletrônico e suspensão reforçada, 5 ônibus de tecnologia convencional.

Com a entrega dos novos veículos, a população de Sorocaba passa a contar com 215 ônibus adaptados para portadores de deficiência. No total, a Prefeitura já renovou 60% da frota, melhorando a acessibilidade no transporte coletivo.

Viação Piracicabana vence licitação em Praia Grande

20/12/2010 -  A Tribuna On-line

Créditos: Divulgação

A Viação Piracicabana venceu a licitação para a concessão de serviços de transporte coletivo urbano em Praia Grande. O novo contrato, homologado na última semana, será assinado nesta quinta-feira, no Gabinete do prefeito Roberto Francisco dos Santos. 

A empresa, conforme informações da assessoria de imprensa da Prefeitura, atendeu todas as exigências feitas pela Administração. O valor do contrato será de de R$ 20 milhões. 

As exigências da Prefeitura para a empresa vencedora são a reforma nos Terminais Rodoviários Tatico (Bairro Mirim) e Tude Bastos (Bairro Sítio do Campo); a construção de estações de transbordo (para transferências e embarque de passageiros) nos Bairros Samambaia e Vila Sônia; a construção de, no mínimo, 300 abrigos em pontos de ônibus; garagem para os veículos; sistema de monitoramento com GPS; 10 painéis eletrônicos nas paradas com informações sobre o transporte municipal e 69 ônibus na frota com, no mínimo, 10% dos veículos adaptados ao acesso de portadores de necessidades especiais.

O valor do contrato será de R$ 20.800.000,00 e todos os bens reversíveis (novas estações de transbordos, abrigos e painéis eletrônicos), após o término do contrato, passarão a pertencer ao patrimônio público. O contrato será válido por cinco anos, podendo ser renovado por igual período.

Empresa apresenta novo ônibus para transporte coletivo de Campinas

21/12/2010 - Portal de Paulínia

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O prefeito de Campinas, Hélio de Oliveira Santos, e o secretário municipal de Transportes e presidente da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC), Gerson Luis Bittencourt, conheceram na manhã desta segunda-feira, dia 20, o Mega BRT, inovador modelo de ônibus articulado que será adotado no sistema de transporte coletivo de Campinas a partir de 2011.

O Mega BRT foi desenvolvido pela empresa Neobus, de Caxias do Sul, e destaca-se pelo padrão de conforto oferecido ao usuário, com conceito dos veículos semelhante ao do trem bala.

“É um veículo com cara de metrô, que será adotado inicialmente no corredor expresso da região Noroeste (o Corredor Campo Grande, na Avenida John Boyd Dunlop)”, disse o prefeito Dr. Hélio.

De acordo com o prefeito, a cidade aguarda a liberação de verbas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) II da Mobilidade Urbana para dar início à implantação do corredor da John Boyd Dunlop. 

“Aguardamos a liberação de verbas do PAC II. É certo que o PAC II privilegiará as cidades-sede da Copa do Mundo de 2014, mas Campinas também deverá ser contemplada porque possui o Aeroporto Internacional de Viracopos, que receberá boa parte das delegações e do público que assistirá à Copa e aos Jogos de 2016”, disse o prefeito. 

A expectativa do secretário Bittencourt é que a cidade receberá de 50 a 60 veículos com as características do Mega BRT nos próximos dois anos. O contrato de concessão do Sistema InterCamp prevê a aquisição de novos veículos articulados no processo natural de renovação da frota e a cidade determinará às concessionárias a aquisição deste tipo de veículo.

“Trata-se de um veículo com características modernas e inovadoras, que mantém o padrão universal de acessibilidade da frota, além de agregar novas características importantes, como dispositivos de informação sonoro e visual e a integração com o sistema de bicicletas”, disse Bittencourt.

O Mega BRT

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Recém-lançado, o uso do Mega BRT ainda é inédito no país, mas a Prefeitura de Curitiba já assinou um contrato para utilização do modelo, que deverá entrar em circulação na capital paranaense a partir de fevereiro de 2011.

O veículo possui estrutura semelhante à de um ônibus articulado, mas destaca-se pelas medidas mais generosas, que ampliam o conforto oferecido ao usuário. O corredor do veículo, por exemplo, possui largura de 2,60m, contra 2,50m de um veículo convencional. Já sua altura é de 2,20m, enquanto a altura média de um ônibus convencional é de 1,90m.

O veículo conta ainda com sistema de ar condicionado; monitores em LCD; painéis de mensagem variável e sistema sonoro para informar ao usuário sobre as paradas ao longo do itinerário; cinto de segurança nos assentos preferenciais; área reservada para o transporte de bicicletas; maior área envidraçada e rede wi-fi. 

“É um projeto diferenciado, que adota o conceito de trem bala para o veículo. Oferece um conforto diferenciado porque nosso objetivo é criar uma opção atraente para que as pessoas deixem seu automóvel em casa e possam fazer a opção pelo transporte público”, destacou o diretor de engenharia da Neobus, Adelir José Boschetti.

O Mega BRT tem capacidade para transportar 150 pessoas, entre passageiros sentados e em pé. O custo de cada veículo é estimado em torno de R$ 600 mil.

sábado, 18 de dezembro de 2010

VLP fará ligação Centro-Viracopos

10/08/2010 - Correio Popular

Segunda fase do projeto de veículo leve sobre pneus de Campinas prevê linha para aeroporto 

O projeto do veículo leve sobre pneus (VLP) para o Corredor Ouro Verde já está definido em detalhes para ser incluído no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Mobilidade. O novo modelo de transporte de massa deve atender a 120 mil passageiros por dia ligando a Estação Cultura, na região central, até o Terminal do Ouro Verde, numa primeira fase, e posteriormente até o Aeroporto Internacional de Viracopos.

A proposta

É o principal item do plano de mobilidade urbana para Campinas que vai ser apresentado até o começo de setembro para o governo federal. A previsão é que a licitação seja aberta ainda neste ano.

Além do VLP, o projeto desenvolvido pela Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec), em parceria com as consultorias Sistran e Planserv, também prevê a construção do Corredor Campo Grande, que adotará o modelo Bus Rapid Transit (BRT), similar ao adotado em Curitiba com ônibus biarticulados, e uma ligação entre os dois corredores.

O secretário de Transportes e presidente da Emdec, Sérgio Torrecillas, avalia que os recursos necessários para as obras, que virão integralmente do PAC do governo federal, são de até R$ 600 milhões, sendo dois terços desse valor apenas para o VLP.

O traçado do VLP

Prevê saída da Estação Cultura, passagem pela Avenida João Jorge, segue pela Avenida Amoreiras e depois continua na Avenida Ruy Rodriguez até o Terminal Ouro Verde.

A segunda fase, prevista para depois da expansão do aeroporto, vai ligar o terminal até Viracopos. A extensão da linha é de 18 quilômetros. A maior parte do percurso aproveita o leito antigo do veículo leve sobre trilhos (VLT).

De acordo com Torrecillas, o VLP vai aliviar o tráfego na ligação entre o Centro e o Ouro Verde, reduzindo 60% da frota de ônibus que circula pela região. “Vai ter um impacto muito positivo no trânsito e as obras não vão interferir no tráfego da região”, garante. O transporte será totalmente integrado à rede municipal, aceitando o bilhete único.

O plano

O plano da Prefeitura é alternar composições expressas, que fazem todo o percurso até o Ouro Verde em 20 minutos, e outras realizando até 20 paradas, num intervalo de pelo menos 700 metros entre cada uma. “A grande vantagem desse modelo em relação ao VLT é que ele permite ultrapassagens, o que vai facilitar para que esse sistema seja adotado”, explica.

Movido a eletricidade, o VLP é um modelo de transporte público ainda inédito no Brasil, similar a um metrô com pneus. Cada composição terá de quatro a seis vagões, com capacidade total para transportar até 250 pessoas. Nos horários de pico, até seis composições vão circular simultaneamente.

Processo

Torrecillas está otimista com a liberação de recursos federais para a obra. O projeto vai concorrer com propostas de outras cidades por uma fatia do montante de R$ 18 bilhões que o governo vai liberar no PAC para programas de mobilidade. “O presidente (Luiz Inácio Lula da Silva) sempre diz que os melhores projetos vão ser contemplados. Tenho certeza de que o projeto que vamos apresentar está muito bem embasado e vai agradar”, afirma.

A partir da aprovação federal, o secretário avalia que o processo licitatório deve levar de três a seis meses, para então iniciar as obras, provavelmente em meados de 2011. A primeira fase da construção do VLP deve durar 2 anos.

O NÚMERO

60 KM/H é a velocidade máxima que o VLP deve atingir nos trechos com menor movimentação de pedestres.

Corredor vai usar leito do antigo VLT

O Corredor do Campo Grande também vai aproveitar parte do leito desativado do VLT. O corredor exclusivo para ônibus biarticulados está previsto para sair da antiga Fepasa, local que deve ser repassado do governo federal para a administração municipal. O trajeto deve seguir boa parte da Avenida John Boyd Dunlop. Os dois corredores serão ligados por uma avenida que deverá ter 4,5 quilômetros de extensão e que contará com linhas de ônibus.

Mobilidade urbana 

Com as obras, o plano de mobilidade urbana pretende atender inicialmente 250 mil pessoas por dia, numa das regiões mais movimentadas da cidade. O plano inicial era que os VLPs circulassem nos dois corredores, mas a Prefeitura avaliou que o projeto empacaria por exigir um montante ainda maior de recursos financeiros. A Prefeitura vai ser responsável pelas obras de infraestrutura de implantação do VLP e depois conceder a operação dos corredores por um período que deve variar entre 30 e 40 anos. Alguns grupos internacionais já se interessaram pelo projeto, como a japonesa Mitsui. Executivos da empresa estiveram em Campinas com representantes da francesa Lohr Industrie, que fabrica e comercializa sistemas de transportes de passageiros, para conhecer o projeto.

Fonte: 
Correio Popular (AAN)
Site da Materia:
http://www.viracopos.com.br/

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Grande SP ganha 1º ônibus a hidrogênio

16/12/2010 -R7

Testes do veículo começam às 12h30 desta quinta-feira (16)

Divulgação/EMTU
Divulgação/EMTU
Ônibus movido a hidrogênio polui menos, diz EMTU

A Secretaria dos Transportes Metropolitanos, por meio da EMTU (Empresa Metropolitana de Transporte Urbano) de São Paulo, realiza nesta quarta-feira (16), a partir de 12h30, o primeiro teste com passageiros do ônibus intermunicipal movido a hidrogênio.

O veículo levará passageiros por um trecho do Corredor Metropolitano ABD, entre São Mateus (zona leste) e Jabaquara (zona sul). Segundo a EMTU, este é o primeiro ônibus intermunicipal do tipo na América Latina.

O ônibus movido a hidrogênio polui menos que os veículos tradicionais porque não elimina substâncias poluentes e agressivas ao meio ambiente.

Em maio deste ano, o Rio de Janeiro ganhou um ônibus municipal do tipo, desenvolvido por pesquisadores da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). O ônibus usa eletricidade e hidrogênio para se locomover.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Scania fornecerá 50 ônibus a etanol para a cidade de São Paulo

08/12/2010 - Scania 

Foto: Busologia Mundial


Convênio

Montadora assina convênio com a Prefeitura, Única, Cosan e operadora do sistema Metropolitana. A Scania do Brasil acaba de fechar a venda de 50 ônibus a etanol para uma das operadoras do sistema de transportes da cidade de São Paulo, a Viação Metropolitana. No protocolo de intenções para a compra dos modelos, assinado no gabinete da Prefeitura de São Paulo, a montadora também será responsável por garantir a manutenção preventiva dos veículos até 120 mil quilômetros rodados por unidade.
Acordo

"Hoje a Scania, Viação Metropolitana, Única, COSAN e a Prefeitura da cidade de São Paulo dão um passo extremamente importante em sustentabilidade que garante um futuro mais saudável à população. O Etanol é, no momento, a solução mais viável no Brasil dentre os combustíveis renováveis por apresentar a melhor relação custo x eficiência em níveis de emissões e disponibilidade", afirma Wilson Pereira, gerente executivo de Vendas de Ônibus da Scania Brasil.

Ônibus

Os novos ônibus sustentáveis K 270 4x2 da Scania, com entrega prevista em lotes a partir de maio de 2011, possuem motor de 9 litros de 270 cavalos de potência e serão abastecidos com etanol, adicionado a 5% de aditivo promovedor de ignição. Esse combustível renovável é capaz de reduzir a emissão de CO2 em até 90%. A alta tecnologia dos modelos já atende às exigências da legislação brasileira de emissão de gases poluentes e a Euro V, que só entrará em vigor no País em 2012, além da EEV (Enhanced Environmentally Friendly Vehicles), norma obrigatória na União Européia.

A iniciativa da compra dos 50 veículos pela cidade de São Paulo coloca a Scania como a única fornecedora de ônibus a etanol, confirmando o pioneirismo e tradição em ser provedora de soluções sustentáveis em transportes, oferecendo produtos que causem o mínimo de impacto ao meio ambiente.

Por acreditar no ônibus a etanol, a Scania adquiriu ao longo dos anos uma enorme experiência no segmento. "Há 20 anos comercializamos o produto na Europa. Agora saímos na frente na disputa pelo mercado brasileiro, especialmente em São Paulo, se considerarmos que para cumprir as metas de política ambiental, todo o município paulista terá de ter uma frota de ônibus composta por veículos movidos a combustíveis 100% renováveis até 2018", afirma o executivo.

Negócio

Os 50 ônibus movidos a etanol que rodarão na cidade são do modelo K 270 4x2. Com motor 9 litros de 270 cavalos de potência, os veículos serão utilizados pela Viação Metropolitana, uma das operadoras do sistema de transportes de São Paulo.

Antes da venda para a Viação Metropolitana, a Scania já havia cedido para a cidade de São Paulo dois veículos movidos pelo combustível que foram usados durante três anos em operação de tráfego normal. A primeira unidade foi entregue em 2007 e a segunda em 2009.

Os ônibus a etanol da Scania Série K comprovaram que são uma excelente alternativa para o transporte urbano. A disponibilidade do produto já gerou interesse de alguns órgãos gestores e a montadora apresentará os esclarecimentos técnicos solicitados em diferentes capitais brasileiras.
Scania

A Scania é um dos principais fabricantes mundiais de caminhões e ônibus para transporte pesado e de motores industriais e marítimos. Os produtos de serviços têm participação crescente nos negócios da empresa, assegurando aos clientes soluções de transporte econômicas e com alta disponibilidade operacional. Com 32 mil colaboradores, a Scania está presente em mais de 100 países e possui operações industriais na Europa e na América do Sul, com possibilidade de intercâmbio global de componentes e veículos completos. Em 2009, as receitas totais da Scania alcançaram 62 bilhões de coroas suecas e o resultado financeiro após a dedução de impostos foi de 1,1 bilhão de coroas suecas.

Responsabilidade

De acordo com a prefeitura, essa ação atende à Política Municipal de Mudanças do Clima na Cidade de São Paulo, instituída pela Lei nº 14.933, de 5 de junho de 2009, que, conforme a legislação vigente, a administração está comprometida a diminuir em pelo menos 10% ao ano o uso de combustíveis fósseis. Dessa forma, todos os ônibus do sistema do transporte público do município serão movidos por combustíveis renováveis não-fósseis até 2018.

Segundo a prefeitura, os custos estipulados para a utilização da frota movida a etanol aditivado serão provenientes das multas aplicadas aos motoristas que não realizaram a Inspeção Veicular Ambiental. A Secretaria Municipal de Transportes informa que, em princípio, os 50 veículos circularão em princípio nos corredores da capital.

http://www.scania.com.br/

Terminal Urbano do Cecap, em Guarulhos, começa a funcionar no aniversário da cidade

02/12/2010 - Guarulhos Notícias

Prefeitura inaugura obra no próxima quarta-feira (8); passageiros poderão fazer integração gratuita entre as linhas em operação

No Terminal, as pessoas poderão fazer transferências gratuitas entre os ônibus em circulação (Foto:José Luiz)


A Prefeitura entrega na próxima quarta-feira (8), o Terminal Urbano da Rodoviária de Guarulhos. Quatorze linhas municipais circularão pelo local, perfazendo um total de 73 veículos e cerca de 43 partidas por hora nos períodos de maior movimentação.

Para o funcionamento do Terminal, o Departamento de Transportes, órgão ligado à Secretaria de Transportes e Trânsito, promoveu a adequação de linhas já existentes e alterou o itinerário de algumas das viagens, sem deixar de atender os passageiros que utilizam essas linhas atualmente.

No Terminal, as pessoas poderão fazer transferências gratuitas entre os ônibus em circulação. A exceção será a linha 45 – Terminal Rodoviário / Praça das Palmeiras, que já é gratuita e permanecerá dessa forma, não sendo permitido desembarcar no local.

“A adequação dessas linhas para o Terminal Urbano propiciará melhor acesso às regiões do Parque Cecap, Aeroporto, Pimentas e Cidade Satélite de Cumbica. Haverá a interligação de 14 bairros e de quatro corredores de ônibus, compreendendo os bairros do Taboão, Jardim São João, Centro e Pimentas”, informa o diretor de Transportes, Arnaldo Caputo.

Confira as 14 linhas que passam a funcionar no Terminal Urbano da Rodoviária de Guarulhos:

C01 – Praça 8 de Dezembro / Cidade Satélite (via Bela Vista)

C02 – Praça 8 de Dezembro / Cidade Satélite

8B – Parque Stella / Aeroporto (volta)

9B – Vila União / Cidade Satélite

12 – Terminal Rodoviário / Shopping Internacional

12A – Praça das Palmeiras / Shopping Internacional

17 – Jardim Vila Galvão / Aeroporto

81A – Jardim Santa Paula / Centro

187-1 – Pimentas / Bom Clima

187-2 – Jardim Arujá / Centro

45 – Terminal Rodoviário / Praça das Palmeiras

80 – Terminal Rodoviário / Aeroporto

25 – Aeroporto / Praça da Saudade (volta)

25A – Aeroporto / Base Aérea (volta)

Serviço: O Terminal Urbano da Rodoviária de Guarulhos fica na Alameda dos Lírios, s/n – Cecap, em frente ao Hospital Geral de Guarulhos.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Scania fornecerá 50 ônibus a etanol para a cidade de São Paulo

25/11/2010 19h10 - G1 SP

Protocolo de intenções de compra foi assinado nesta quinta-feira.

Primeiras unidades do K 270 4x2 serão entregues em maio de 2011. 
Scania K 270 4x2 é movido a etanol
Scania K 270 4x2 é movido a etanol (Foto: Divulgação)

A Scania do Brasil fechou, nesta quinta-feira (25), a venda de 50 ônibus a etanol para uma das operadoras do sistema de transportes da cidade de São Paulo, a Viação Metropolitana. Os novos ônibus K 270 4x2, com entrega prevista a partir de maio de 2011, possuem motor 9.0 que desenvolve 270 cavalos de potência. Eles serão abastecidos com etanol, adicionado a 5% de aditivo promovedor de ignição.

O protocolo de intenções para a compra dos veículos, assinado nesta quinta-feira, tem a participação das Secretarias Municipais de Transportes (SMT) e do Verde e do Meio Ambiente (SVMA), São Paulo Transportes (SPTrans), e de três empresas: a Scania, que vai produzir os ônibus; a Viação Metropolitana, que será a operadora; e a Cosan, que vai fornecer o etanol a ser utilizado pelos veículos.

De acordo com a Scania, a tecnologia do modelo já atende às exigências da legislação brasileira de emissão de gases poluentes e a Euro V, que só entrará em vigor no Brasil em 2012, além da EEV (Enhanced Environmentally Friendly Vehicles), norma obrigatória na União Europeia.

"Há 20 anos comercializamos o produto na Europa. Agora saímos na frente na disputa pelo mercado brasileiro, especialmente em São Paulo, se considerarmos que para cumprir as metas de política ambiental, todo o município paulista terá de ter uma frota de ônibus composta por veículos movidos a combustíveis 100% renováveis até 2018", destacou o gerente executivo de vendas de ônibus da Scania Brasil, Wilson Pereira.

Antes da venda para a Viação Metropolitana, a Scania já havia cedido para a cidade de São Paulo dois veículos movidos a etanol, que foram usados durante três anos em operação de tráfego normal. A primeira unidade foi entregue em 2007 e a segunda, em 2009.

Desde 1990, uma frota de 600 ônibus da Scania movidos a etanol opera em condições extremas de temperatura ambiente em Estocolmo, na Suécia. A Suécia é o maior importador europeu de etanol brasileiro.

sábado, 30 de outubro de 2010

Ponte Orca

01/02/2010 - EMTU/SP



Serviço gerenciado pela EMTU/SP, com linhas que interligam gratuitamente a rede de metrô e trens metropolitanos, por meio de micro-ônibus que partem e chegam das estações do Metrô e da CPTM.

Para utilizar a Ponte ORCA, o usuário deve retirar uma senha antes de passar pela linha de bloqueio da estação e apresentá-la ao agente da EMTU/SP para embarcar no micro-ônibus. A validade da senha é de uma hora.

As viagens são expressas, isto é, sem paradas no meio do percurso.

Benefícios: • integração 
• conforto 
• segurança

Itinerário Horário de Operação 
(2a. a 6a. feira) 
Quantidade de Veículos:

Vila Madalena (Metrô)–Cidade Universitária (CPTM) 
das 6 às 21 horas - 21 veículos
das 21 às 22h30 - 3 veículos

Sacomã (Metrô) – Tamanduateí (CPTM) 
das 6 às 20 horas - 21 veículos

A operação é realizada de segunda a sexta-feira, exceto aos sábados, domingos e feriados.


sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Obras do Corredor Itapevi - São Paulo (Butantã) têm início em julho

abril/2010 - EMTU/SP

A Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo – EMTU/SP recebe, no próximo dia 16, as propostas das empresas interessadas em implantar o Corredor Itapevi-São Paulo (Butantã) – trecho Itapevi-Jandira. O vencedor da licitação iniciará as obras no início do segundo semestre.

Nessa primeira fase, serão construídos 5 km de viário, de Itapevi a Jandira, com calçadas, ciclovia, passarela e pontos de parada que atenderão cerca de 16 mil passageiros ao dia. O novo Corredor faz parte do Expansão São Paulo, programa do Governo do Estado para a modernização e ampliação do transporte metropolitano. O Corredor receberá investimentos de R$ 71 milhões.

O Corredor Itapevi – São Paulo (Butantã) se estenderá por 33 km desde o município de Itapevi, junto à estação de trem da CPTM, até a futura Estação Butantã, da Linha 4 - Amarela, do Metrô. O projeto integrará linhas de ônibus municipais, metropolitanas, trem e metrô, atendendo às cidades de Itapevi, Jandira, Barueri, Carapicuíba, Osasco e São Paulo que, juntas, somam 12,5 milhões de habitantes.

Os primeiros 5 km de viário acompanharão melhorias urbanísticas, como construção de calçadas, novo viário, viaduto, implantação de ciclovia e passarela que deverão proporcionar uma requalificação urbana ao longo do trajeto.

Viagens mais rápidas

O trecho entre Itapevi e Jandira é percorrido por ônibus intermunicipais em 25 minutos. As melhorias viárias e a instalação de baias nos pontos de parada aumentarão a fluidez do tráfego geral, refletindo diretamente no tempo de viagem dos usuários, que diminuirá para 10 minutos. A EMTU/SP atende atualmente o trajeto Itapevi-Jandira com 19 linhas intermunicipais operadas pelo Consórcio Anhanguera.

Convênios

Para viabilizar o Corredor, a EMTU/SP assinou convênios de cooperação técnica e apoio recíproco com as prefeituras de Itapevi e Jandira. O acordo engloba as fases de planejamento, implantação, operação, manutenção e expansão. 

Assessoria de Imprensa EMTU/SP
Abril 2010

TJ barra empresa de ônibus em Mauá

29/10/2010 - Diário do Grande ABC - Sérgio Vieira

O TJ (Tribunal de Justiça) determinou que a Prefeitura de Mauá suspenda imediatamente o início da operação da empresa Leblon Transportes de Passageiros, que assumiria, no dia 6, as 18 linhas do lote 2 do sistema público de transportes. Esse é mais um capítulo no imbróglio envolvendo a polêmica licitação do trecho, que se arrasta há dois anos.

A decisão do órgão foi assinada pelo desembargador Antônio Carlos Malheiros. No documento, o magistrado do TJ diz que a liminar foi concedida "no sentido de determinar ao município agravado que se abstenha de autorizar o início das atividades por parte da agravada Leblon, bem como de qualquer empresa que venha a ser contratada em caráter emergencial para a adequação e viabilização das referidas atividades." Ontem, a Prefeitura garantiu que irá recorrer.

BRIGA JUDICIAL - Não é a primeira vez que a mudança no transporte público, pretendida pela administração Oswaldo Dias (PT), para por determinação judicial. Sem cumprir exigência do edital que obrigava a vencedora a implementar o sistema vigente de bilhetagem eletrônica na cidade, a Leblon foi eliminada do certame em dezembro de 2008, ainda durante a gestão de Leonel Damo. As outras duas concorrentes, Estrela de Mauá e Transmauá, prosseguiram no certame e a Estrela foi declarada vencedora do lote 2.

Na sequência, a Leblon foi à Justiça, alegando que as outras duas haviam apresentado documentos irregulares. A Justiça de Mauá, então, impediu a administração de assinar contrato com a Estrela. Com isso, o governo Oswaldo retomou a licitação e trouxe a Leblon de volta para a disputa, que alegou que teria adaptador para o sistema de bilhetagem. A Prefeitura, então, declarou a Leblon vencedora.

Estrela de Mauá e Transmauá foram ao TJ e conseguiram reverter a decisão do judiciário mauaense para que seus documentos fossem validados na licitação. A administração municipal recorreu ao STJ (Superior Tribunal de Justiça), sob alegação de que a indefinição poderia gerar caos no transporte público da cidade. O órgão deu ganho de causa ao governo municipal.

A decisão do TJ de agora foi provocada por ação da Estrela de Mauá para impedir que a Leblon começasse a atuar no município, mesmo sem julgamentos dos méritos dos processos.

Apesar da insegurança jurídica em torno do assunto, a Leblon começou a construir em abril garagem em Mauá e trouxe para o local 80 ônibus, no início de setembro. A empresa passou a ocupar o espaço antes de conseguir aprovação da Prefeitura. A direção da companhia chegou a afirmar que investiu R$ 25 milhões, mesmo com a situação instável.

CARTÃO DAHORA - Na quarta-feira, a Prefeitura deu início ao processo de transição do controle do lote 2, que ainda está nas mãos da Viação Januária. Diferentemente do que determina o edital para contratação da empresa, o governo petista irá desembolsar R$ 500 mil para contratar outra empresa, que fará a leitura dos dois sistemas de bilhetagem das responsáveis pelos dois lotes. Oswaldo afirmou, na semana passada, que os valores serão pagos por contrato de seis meses, prazo que ele considera suficiente para que haja sincronia do sistema.

A empresa já instalou quiosque no Terminal Rodoviário para realizar as trocas dos atuais bilhetes pelo cartão DaHora, implementado pela Prefeitura. Apesar de o lote 1 já estar sob o comando da empresa Viação Cidade de Mauá, são os usuários destas linhas que terão de se adequar ao sistema e não os do lote 2, como determina o edital. Os moradores que utilizam os ônibus da Cidade de Mauá terão de usar seus créditos até 30 de novembro ou trocá-los por passe de papel, embora, no processo licitatório, haja item explicando que somente será utilizado o sistema de bilhetagem eletrônica. O cartão DaHora só será usado no lote 1 a partir de fevereiro. Pelo cronograma da Prefeitura, os usuários já poderão usar o novo cartão no lote 2 a partir do dia 6. Só não há nenhuma explicação para o que deveria ser feito caso o morador trocasse seus cartões antigos pelo novo modelo e os ônibus da Leblon não entrassem em operação, o que acabou acontecendo.

Campinas ganha 51 novos ônibus

29/10/2010 - Webtranspo

FOTO: LUIZ GRANZOTTO

A medida vai beneficiar perto de 30 mil pessoas 

O sistema de transporte público de Campinas recebeu nesta quinta-feira, 28, um lote de 51 novos ônibus. Os veículos – dez articulados e 41 convencionais – vão beneficiar, aproximadamente, 30,5 mil usuários em toda a cidade, em linhas de grande circulação de passageiros.

Dos 51 veículos, 30 foram comprados pela empresa VB-1, incluindo os dez articulados e 21 pelo Consórcio Urbcamp, sendo 20 pela empresa VB-3 e um pela Coletivos Pádova. Juntas, tais companhias investiram aproximadamente R$ 14,5 milhões na renovação. A maioria dos veículos será para substituição da frota.

Com a chegada desses veículos, a idade média da frota do sistema InterCamp caiu de 4,32 para 3,95 anos. Atualmente, a frota do transporte público conta com 1260 ônibus e miniônibus. Desse total, 384 ônibus são acessíveis, o que representa 30% da frota.

Desde que foi implantado o processo de modernização da frota a cidade de Campinas já recebeu 990 veículos. “Faltam apenas dez ônibus para chegarmos à marca de 1000 veículos zero quilômetro entregues na gestão do prefeito Hélio de Oliveira Santos. Proporcionalmente, é a maior renovação de frota feita do País”, disse Gerson Bittencourt secretário Gerson Bittencourt.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

CIDADE DE SÃO PAULO
Cronologia do Sistema de Transporte Coletivo por Ônibus
(em atualização / construção)


1865
No dia 21 de agosto, regulamentação do serviço de Tilburis, veículos de duas rodas puxados por um cavalo ou carruagem de 4 rodas puxados por uma parelha, quando a cidade possuía cerca de 30 mil habitantes. Trata-se do primeiro registro de organização de transporte público na cidade, que se tem notícia. Serviço foi regulamentado, por conta própria, pelo italiano Donato Severino, transformando-os em carro de praça com tabela de horários e preços.


1890
População da cidade alcança 65 mil habitantes,sendo a quarta capital brasileira em número de habitantes.


1891
No dia 8, inauguração da Avenida Paulista, que se torna o principal endereço da elite paulistana da época.


1893
Circula o primeiro automóvel, de propriedade de Henrique Santos Dumont, pai de Santos Dumont.


1897
O presidente da Câmara regulamenta o serviço de ônibus de tração animal, através de tabela de preço e horário, incluindo o transporte de cargas e bagagens.


1900
População do Município: 224.654 habitantes

No dia 7de maio, a Light and Power inaugura a primeira linha de bonde elétrico, ligando o Largo de São Bento à Barra Funda, passando pelo bairro de Campos Elíseos, quando a cidade contava com 240 mil habitantes.


1909
Asfaltamento da avenida Paulista com material importado da Alemanha. Trata-se da primeira via da cidade e do estado de São Paulo a receber tal melhoramento. Na mesma ocasião os passeios foram alargados e a arborização remodelada, com o plantio de ipês.


Década de 1910
Foto - Ônibus Sauer, importado da Alemanha.


1911
No dia 20, início da operação da primeira linha de ônibus. Transportava passageiros das estações Norte e Brás pela manhã. e na parte da tarde realizava viagens para o Parque Antártica e Avenida Paulista. O serviço durou pouco tempo pois horário e itinerário não eram fixados e ainda havia escassez de passageiros. Os paulistanos preferiam a segurança e o conforto dos bondes elétricos.


1913
População da cidade com cerca de 400 mil habitantes.


1920
População alcança 580 mil habitantes. Na indústria paulistana, 52 % da mão de obra empregada era formada por estrangeiros.


1924
Após longo período de seca, que comprometeu a geração de força nas usinas hidrelétricas, impedindo a circulação dos bondes elétricos, dá-se o início da operação das primeiras linhas de ônibus regulares, quando a população da cidade atinge 700 mil habitantes.


1925
Surge o serviço de ônibus circulares, com veículos importados da europa.
Foto - Rua Libero Badaró


1926
A Light importa 50 ônibus Yellow Coach, que circulam até 1932. Nesse mesmo ano a Light, que também opera o sistema de bondes elétricos da cidade, apresenta um plano integrado de transportes, incluindo um sistema metroviário. A proposta não é aceita pela Prefeitura.


1930
Foto - Praça da Sé

Na década de 30, com o acirramento da  concorrência dos ônibus e a perda da exclusividade no transporte de passageiros, a Light desiste de renovar sua concessão para o sistema de bondes, que expira em 1941.


1933
População da cidade atinge 1 milhão de habitantes.


1937
A Light transmite a Prefeitura que não está mais interessada em explorar os serviços de transporte coletivo a partir de 1941, data do término da concessão iniciada em 1897.


1939
O prefeito Prestes Maia cria a CETS - Comissão de Estudos de Transporte Coletivo do Município de São Paulo, visando criar um programa para a administração municipal assumir o controle dos transportes coletivos na capital, em vista do final da concessão da Light em 1941.

A Comissão Municipal de Transportes Coletivos entrega ao prefeito de São Paulo o seu parecer favorável à adoção de omnibus eléctrico naquela capital.

Início do serviço regular de ônibus entre as cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, pela viação Pássaro Marrom, através da antiga estrada Rio-São Paulo.


1940
População do Município: 1.326.261 habitantes

Foto - Bairro da Liberdade
Foto - Trocador


1941
O Governo Federal prorroga compulsoriamente a concessão da Light na operação dos transportes coletivos.

A cidade possui frota de 3 mil ônibus, contra 500 bondes elétricos.

No dia 31de agosto, circula pela primeira vez no estado de São Paulo, na capital, um ônibus a gasolina adaptado para consumo de gasogênio, devido à restrições de uso de derivados de petróleo impostos pela 2ª Guerra.


Evolução da Frota
Ano
Quantidade
1930
400
1934
700
1948
509


1943
A cidade conta com 46 linhas de ônibus.


1946
No dia 10 de outubro, o prefeito Abrahão Ribeiro autoriza, através do Decreto Lei 365, a constituição de uma empresa para operar serviço de transportes coletivos por 30 anos, a CMTC - Companhia Municipal de Transportes Coletivos.


1947
No dia primeiro de julho, o patrimônio da Light é transferido à CMTC, que inicia sua operação.

No dia primeiro de agosto, "quebra-quebra" de grandes proporções de bondes e ônibus, após o aumento da tarifa de bondes e ônibus em mais de 100% pela CMTC - Companhia Municipal de Transportes Coletivos, criada em junho deste ano.

1949
No dia 22, inauguração da primeira linha de trólebus da cidade de São Paulo e do país, ligando a Praça João Mendes ao bairro da Aclimação, com extensão de 2.500 metros. A linha substitui a antiga linha de bonde que atendia ao bairro.


1950
A CMTC importa 200 ônibus Twin Coach, hidramáticos.

Foto - Praça Ramos de Azevedo


1953
Inauguração da linha Penha - Lapa, deixando de operar em 1978 e voltando a operar em 1979 com novo itinerário. Em 1983 torna-se a linha de maior demanda da cidade.


1954
Cerca de 90 por cento da frota municipal de ônibus é operada pela CMTC. Na década de 50 a CMTC desenvolve um complexo industrail próprio visando a reforma e o encarroçamento de ônibus e bondes.


1957
No dia 14 de dezembro, entrega à prefeitura da primeira quota de 25 ônibus novos, Mercedes Benz, dos 100 encomendados pelo governo municipal.

No dia 4 de setembro, inauguração da linha Pedreira - Anhangabaú.


1959
No dia 27 de janeiro, criação da primeira linha diametral, ligando Belém a Pinheiros.

No dia 20 de fevereiro, com o êxito da primeira linha diametral, a diretoria da CMTC resolve criar novas linhas desse tipo. A nova linha será do Paraíso à Casa Verde.

No dia 16 de junho, na 21ª Sessão Especial realizada na Câmara dos Vereadores, o prefeito prestou esclarecimentos sobre a CMTC, informando a atual frota: 155 trólebus, 1.185 ônibus diesel, 493 bondes e 29 microônibus.


1960
População do Município: 3.709.274 habitantes


1961
Inauguração da primeira Estação Rodoviária da cidade, no bairro de Campos Elíseos. Em 1982, com a inauguração do Terminal Rodoviário do Tietê, a rodoviária foi desativada e o prédio adaptado para a instalação do Shopping Fashion Center Luz, inaugurado em 1988.



Cidade de São Paulo
Viagens em Transporte Coletivo em 1961
Modal
%
Ônibus
81,0
Bonde
8,0
Trem de Subúrbio
6,7
Trólebus
4,3



1967
Gilberto Arantes Lanhoso, idealiza o Metrobus para São Paulo: Tráfego exclusivo de ônibus em pistas reservadas, terminais especiais no Centro da Cidade com venda antecipada de bilhetes, plataformas ao nível do piso dos ônibus e portas mais largas em ambos os lados. (Revista Transporte Moderno)

Neste ano o transporte público é responsável por 68% dos deslocamentos na capital paulista. Em 1993, este percentual cai para 56%.


1968
Desativação do sistema de bondes, abrindo maior mercado e participação das empresas de ônibus particulares.


1970
Foto - Avenida São João


1975
A CMTC opera apenas 14 por cento da frota municipal de ônibus.

No dia 14, início da operação do sistema de integração metrô-ônibus. Primeiro sistema integrado do gênero no país.


1977
Implantação de faixa exclusiva, junto ao passeio, na Avenida 9 de Julho, entre a Praça da Bandeira e rua Groelândia, operada por ônibus em comboio com paradas ordenadas, denominado Sistema Comonor. O novo sistema permitiu a redução de 60 para 20 segundos o tempo de parada dos veículos nos pontos, o aumento de 90% da velocidade comercial nos horários de ponta.

A cidade conta com 60 km de faixas exclsuivas em operação.

A CMTC inaugura a primeira linha de ônibus executivo, mas sem ar condicionado, com a linha Praça Gentil Novo (Brooklin) - Patriarca.

No dia 2 de maio, início da operação do Terminal Intermunicipal do Jabaquara, com 12.100 metros quadrados de área construída, junto à estação Jabaquara da Linha Norte-Sul do Metrô.




Região Metropolitana de São Paulo
Deslocamentos em Transporte Coletivo
Ano
%
1967
63,50
1977
61,00



1979
Inauguração da Ponte-Rodoviária para o litoral, com saídas do Terminal Jabaquara, entre as Empresas Ultra/Rápido Brasil e Zefir.


1980
População do Município: 8.493.217 habitantes

No dia 31 de março, inauguração do Corredor Paes e Barros, primeiro corredor exclsuivo para circulação de ônibus da cidade de São Paulo, com extensão de 3,4 km. Nesta mesma data é inaugurada a linha de trólebus para a Vila Prudente, passando pela mesma via, com frota de 20 veículos.

No dia 13 de dezembro, inauguração do terminal de integração trólebus-ônibus da Vila Prudente, com uma linha de trólebus troncal para o centro da cidade e 4 linhas alimentadoras de ônibus diesel..


1982
No dia primeiro de feverereiro, inauguração das primeiras duas linhas do serviço de microônibus da CMTC, com micros modelo Puma Chevrolet, com motor a álcool, fabricados em 1981, com os seguintes trajetos: a primeira linha ligando a Praça do Correio a Tremembé, e a segunda a Praça da Sé a A.E.Carvalho.

No dia 9 de maio, inauguração do Terminal Rodoviário do Tietê, o maior terminal rodoviário de passageiros do país e segundo do mundo, atrás somente do terminal rodoviário de Nova Iorque. O novo terminal é atendido diretamente pela estação do metrô do Tietê, da linha Norte-Sul.

No dia 14 de maio, desativação da faixa exclusiva para ônibus e trólebus no contra-fluxo da rua Voluntários da Pátria, na zona norte. Trata-se de uma das primeiras faixas exclusivas para ônibus a serem implantadas.


1983
Inauguração da primeira linha de integração ônibus-trem, ligando o centro à estação Pinheiros da Fepasa.

Ampliação de 12 para 16 o número de linhas de integração ônibus-trólebus, sem acréscimo no valor da tarifa.


1984
A CMTC adquire 76 novos ônibus Padron.


1985
No dia 30 de junho, início das obras do corredor exclsuivo para ônibus nas avenidas 9 de Julho e Santo Amaro.

Criação do Museu da CMTC - Gaetano Ferolla.

A CMTC operava com frota de 2.879 ônibus, transportando cerca de 580 milhões de passageiros no ano.

No dia 17 de dezembro, início da operação da Ponte Rodoviária Rio-São Paulo com a seguinte divisão de horários: Viação Cometa, 37,5%; Expresso Brasileiro, 32,5%; e Itapemirim, 30%.



Cidade de São Paulo
Viagens em Transporte Coletivo em 1985
Modal
%
Ônibus / Trólebus
89
Metrô
6
Trem de Subúrbio
5


1986
Em janeiro, início da operação de ônibus rodoviário de dois andares pelas estradas do país,ligando São Paulo a Santiago do Chile, com freqüência de duas saídas semanais, às terças e sextas, às 15h30. Os ônibus com 3,85 m de altura, carroceria Neoplan - alemã e operados pela Chile-Bus (Chilena), tinham capacidade para 60 passageiros, sendo 20 no piso inferior e 40 no superior


1987
População da Região Metropolitana: 14.247.882 habitantes


Em janeiro, a CMTC adota nova cor vermelha na sua frota de ônibus.

No dia 25 de janeiro, inauguração do terminal de integração de Santo Amaro, ainda sem receber os trólebus da linha da Praça da Bandeira.

Em junho, início da operação, ainda parcial, do Corredor 9 de Julho - Santo Amaro.

Em outubro, na gestão do prefeito Jânio Quadros, início da operação do ônibus de dois andares pela CMTC, com chassi Scania e carroceria Thamco.. Foram apelidados pela população de “Fofão”e também de “Dose Dupla”, em alusão a gosto do prefeito pela bebida alcóolica. Inicialmente operaramm em caráter experimental na linha Terminal Bandeira - Terminal Santo Amaro.

1988
No dia 28 de janeiro, inauguração do terminal Rodoviário Bresser , junto à estação Bresser da linha Leste-Oeste do metrô.

No dia 28 de fevereiro, a CMTC adquire mais 7 ônibus de dois andares, totalizando de 11 unidades.

Em outubro, início da operação experimental do primeiro trecho do Corredor de Trólebus São Mateus - Jabaquara, no trecho São Mateus - Ferrazópolis. A operação comercial se dá no dia 3 de dezembro.


1989
No dia 9 de junho, início da integração entre os trólebus e os ônibus municipais no terminal Santo André-Leste, do Corredor São Mateus - Ferrazópolis.

No dia 26 de outubro, inauguração do segundo trecho do Corredor de Trólebus São Mateus - Jabaquara, com 4 quilômetros de extensão, entre São Bernardo do Campo e o Terminal de Piraporinha.

No dia 20 de dezembro, inauguração do Terminal Rodoviário da Barra Funda, junto às estações do metrô e do trem metropolitano.


1990
No dia 23 de outubro, inauguração do terceiro e último trecho do Corredor São Mateus -Jabaquara, entre o Terminal de Piraporinha e Jabauqara, totalizando 33 km de corredor exclusivo para trólebus e ônibus diesel.

No dia 7 de novembro, início da operação do sistema de integração entre o Metrô e o Corredor São Mateus - Jabaquara.

Mapa - Corredor São Mateus - Jabaquara


1991
População do Município: 9.646.185 habitantes

A cidade conta com frota de 7.294 ônibus diesel e 322 trólebus,segundo reportagem do Jornal Folha de São Paulo.

Em fevereiro, início da operação do Corredor Vila Nova - Cachoeirinha, representando a concretização de uma idéia antiga na área técnica de transportes da Prefeitura, da operação à esquerda, com a conservação dos canteiros centrais e com a utilização de ônibus com portas de ambos os lados.

Foto - Corredor Vila Nova Cachoeirinha - Estação

Em junho é iniciada a operação da primeira linha - 805A - Circular Avenidas - com embarque pela porta dianteira.

Em agosto, através do terminal de São Mateus, início da integração gratuita entre a linha de trólebus municipal São Mateus e o corredor intermunicipal da EMTU, também operado por trólebus.

No dia 11 de setembro, o prefeito Reynaldo de Barros inaugura, às onze horas, a primeira linha de microônibus de São Paulo, a ser operada pela CMTC. Eram vinte micros a álcool que faziam o itinerário "circular", com passagem ao preço de Cr$ 15,00. O serviço foi extinto em outubro do mesmo ano, em vista da pouca aceitação por parte dos passageiros.


1992
A CMTC operava com frota de 3.896 ônibus, transportando cerca de 426 milhões de passageiros no ano.

No dia 4 de março, desativação do serviço de ônibus executivo da CMTC, iniciado em 1977

Quadro - Dados Operacionais das Linhas Executivo

Regulamentação da Lei Municipal 1050 determina que até o ano de 2001 o combustivel básico da frota municipal deixe de ser o diesel e passe a ser o gás natural. Em agosto entra em funcionamento o primeiro posto para abastecimento de gás natural exclusivo para ônibus. São entregues mais 15 ônibus a gás natural, totalizando 70 veículos em operação em 5 linhas.

No dia 14 de maio, início da operação da bilhetagem eletrônica no Corredor de Trólebus São Mateus - Jabaquara, com a venda de bilhetes realizada em estabelecimentos comerciais próximos ao Corredor .

Reforma da frota de 37 ônibus de dois andares da CMTC, em serviço desde 1987.


1994
A cidade conta com frota de 9.417 ônibus diesel e 389 trólebus,segundo reportagem do Jornal Folha de São Paulo.

No dia 9 de março, a operação do sistema de trólebus municipal é tercerizado e passa ser realizado por 3 empresas: a Eletrobus assumindo a garagem de Tatuapé, a Transbraçal-Tbbus na garagem do Brás e Imperial, assumindo a garagem de Santo Amaro.

A CMTC opera até o mês de abril. A partir do mês de maio a operação dos ônibus e trólebus é concedida à empresas particulares.

Link - Trólebus - Resumo Histórico


Pistas Exclusivas para Ônibus na Região Metropolitana de São Paulo


Corredor
Inauguração
Extensão (km)
Paes e Barros
1980
3,4
Nove de Julho - Santo Amaro
1987
14,6
Vila Nova - Cachoeirinha
1991
11,0
São Mateus - Jabaquara
1988
32,6
Total
-
61,6


População da Região Metropolitana: 16.541.890 habitantes


1995
No dia 8 de março de 1995, a CMTC muda a razão social para São Paulo Transporte S.A. - SPtrans.

Início da operação do sistema de rastreamento de veículos - "Fiscal Eletrônico".


1996
Pela empresa Julio Simões, início da operação da primeira linha de ônibus urbano de duas portas com ar-condicionado do país, na linha Mogi das Cruzes - Salesópolis, com veículos Alpha Scania L113 CL.

Em junho, início da modernização do Terminal Dom Pedro II, inaugurado em 4 de novembro de 1996. O terminal, com 25 mil metros quadrados, atende a 45 linhas de ônibus e cerca de 200 mil passageiros diariamente. No mesmo dia entram em operação 35 novos ônibus articulados, sendo prevista a entrega de mais 50 articulados em 30 dias.

No dia 30 de agosto, inaguração do corredor e terminal Vila Nova - Cachoeirinha, com 19.200 metros quadrados, na zona norte.

No dia 23 de setembro, inauguração do Terminal JoãoDias, na zona sul, com área de 14 mil metros quadrados e custo de 10 milhões de reais.

No dia 8 de novembro, inauguração da modernização do Terminal Bandeira, que se tarnsforma em teminal fechado, atendendo a 18 linhas de ônibus. O terminal ganhou, entre outras melhorias, passarelas, escadas rolantes e acesso controlado por bilhetagem eletrônica.

No dia 11 de novembro, inauguração do terminal de integração Cidade Tiradentes, com custo de 4,7 milhões de reais.


1997
No dia 12 de maio, inauguração da modernização do Terminal Princesa Isabel, transformando-se no segundo terminal da área central a permitir transferência gratuita entre linhas de ônibus. O terminal que devia ter sido inaugurado em dezembro de 1996, teve de passar por reformas para atender exigência do Condephaat, órgão estadual responsável pelo patrimônio histórico, em função do terminal fica perto do Palácio Campos Elísios, que é tombado.

No dia 21 de maio, transferência da operação do Corredor de Trólebus São Mateus - Jabaquara para a Metra Sistema de Transportes Ltda, que se torna responsável pela operação do corredor por 20 anos.


1998
No dia 27 de abril, início da operação dos primeiros ônibus com bilhetageme eletrônica no município de São Paulo, na frota de 35 trólebus das 3 linhas circulares do Centro: Terminal Dom Pedro - Terminal Bandeira, Terminal Dom Pedro - Terminal Princesa Isabel e Terminal Princesa Isabel - Terminal Bandeira.

No dia 26 de setembro, início da operação de 20 ônibus biarticulados, tornando-se São Paulo a segunda cidade do país a operar este tipo de veículo. Foram adquiridas pela Viação Campo Belo e pela Kuba Viação Urbana para operação na linha troncal entre o Terminal Bandeira e o Terminal Capelinha, também inaugurado neste mês. Os novos biarticulados possuem 25 metros de comprimento, capacidade para 276 passageiros, portas dos dois lados e um conjunto de microcâmeras que permitem ao motorista monitorar o embarque e desembarque nas três portas do lado direito e nas quatro do lado esquerdo, auxiliando ainda nas manobras.

Em setembro, a SP Trans adota novas cores padrão na frota de ônibus municipal, que passam a variar de acordo com o tipo de veículo. Os antigos continuam com a mesma pintura de cor vermelho e branco ou verde e branco. Os modelos Padron ganham a cor amarelo claro, os articulados e biarticulados, amarelo escuro; os trólebus, azul com imagens e os veículos movidos a gás, azul claro.(Milbus - www.milbus.com.br).

Quadro - Passageiros Transportados no período 1960-1998


1999
No dia 28 de junho, início da operação de sistema fotográfico de fiscalização da faixa exclusiva de ônibus da Avenida Marquês de São Vicente, região central da cidade.

Inauguração do Terminal Metropolitano de Cotia, ao lado da Rodovia Raposo Tavares.

No dia 27de outubro, em São Bernardo do Campo-SP, fabricado pela Eletra - Teconologia em Tração Híbrida, é apresentado o ônibus híbrido, cuja tecnologia consiste na associação do motor diesel a um alternador para gerar energia elétrica a bordo.


2000
Inauguração do Corredor Itapecerica com faixa segregada à esquerda e 11 paradas elevadas
junto ao canteiro central.

Início da operação de ônibus leitos com camas, pela Real Expresso, o “ Royal Class”, com poltronas que se transformam em camas de verdade , perfeitamente horizontais. São apenas 18 leitos por veículo, o que significa muito mais espaço e conforto na viagem. Operam nas linha Brasília a São Paulo, Ribeirão Preto, Uberaba e Uberlândia.

No dia 16 de maio, inauguração de faixa exclusiva para ônibus na Avenida Senador Teotônio Vilela, na zona sul, beneficiando 47 linhas.

No dia 28 de agosto, início da operação da Ponte Orca (Operadores Regionais de Coletivos Autônomos), integrando gratuitamente, através de lotações, os usuários das estações de Vila Madalena da linha Paulista do Metrô e Cidade Universitária da CPTM.


2001
No dia primeiro de dezembro, desativação do terminal todoviário do Bresser. As 34 linhas que atendiam 145 cidades do Sul de Minas Gerais são transferidas para o Terminal Rodoviário Tietê, com exceção da linha para o Aeroporto de Cumbica, que continuou operando no terminal.

Texto - Opinião de Jaime Lerner sobre os Corredores de Ônibus em São Paulo


2002
No dia 4 de abril, início da operação, em testes, do primeiro Trólebus de piso baixo do país. Trata-se de um Urbanuss Pluss Low Floor(rebaixamento integrgal) em serviço na linha 285 São Mateus - Ferrazópolis. Também é o primeiro ônibus com rebaixamento integral a operar no país.


2003
Inauguração do Centro de Controle Operacional do Corredor 9 de Julho/Santo Amaro, com objetivo de controlar o fluxo de ônibus nos 15 quilômetros de corredor entre os Terminais Bandeira e Santo Amaro, além de disponibilizar aos usuários, em painéis eletrônicos, informação simultânea sobre o horário da partida e chegada dos ônibus. O corredor atende a demanda de 300 mil passageiros/dia.

No dia 19 de março, conclusão das obras de revitalização do Terminal Rodoviário do Tietê.

No dia 16 de junho, inauguração do terminal de integração de Parelheiros, e no dia 29, inauguração do terminal do Jardim Angêla, todos na zona sul da cidade.

No dia 26 de junho, o ônibus híbrido brasileiro desenvolvido pela Eletra, de São Bernardo do Campo, recebeu em San Francisco, Califórnia, o segundo lugar do prêmio World Technology, concedido pela World Technology Network, na categoria Energia. O sistema utilizado pelo modelo Viale híbrido, que utiliza carroçaria Marcopolo, possibilita a redução de 90% na emissão de poluentes e de 30% no consumo de combustível, segundo medições realizadas pela UFRJ. A tecnologia está sendo utilizada em 13 ônibus aqui no Brasil e já foi exportada para Chile e Nova Zelândia. A empresa negocia sua exportação para vários outros países, inclusive os EUA.

No dia 14 de dezembro, inauguração do corredor exclusivo para ônibus, com faixa exclsuiva junto ao canteiro central, o "Passa-Rápido" Pirituba-Lapa-Centro com 15 km de extensão e 3 Terminais de Integração (Pirituba, Lapa e Amado Gurgel). O Corredor não possui separação física entre ônibus e automóveis, sendo fiscalizado por câmaras de TV. Possui pontos de parada no canteiro central e ônibus com portas à esquerda.O tempo de trajeto total no corredor diminuiu de 90 para 60 minutos e os ônibus são monitorados por satélite com tecnologia GPS. Atende a cerca de 175 mil passageiros diariamente..


2004
No dia 17 de maio, início da operação do bilhete temporal integrado de 2 horas do sistema municipal de ônibus.

No dia 8 de agosto, inauguração do Passa-Rápido Jardim Ângela/Guarapiranga/Santo Amaro, na Zona Sul, com 7,3 km de extensão e benificiando cerca de 140 mil passageiros/dia. O corredor atende aos terminais de integração de Guarapiranga, inaugurado no mesmo dia, e o terminal Jardim Ângela, inagurado em 2003.

Em agosto, inauguração do Passa-Rápido Parelheiros/ Rio Bonito/Santo Amaro, com 23,2 km de extensão, na Zona Sul, atendendo diretamente a três terminais de integração e benificiando cerca de 460 mil passageiros/dia.

No dia 15 de agosto, inauguração do Passa-Rápido Capelinha/Ibirapuera/Metrô Santa Cruz, na Zona Sul, benificiando cerca de 250 mil passageiros/dia.

No dia 28 de agosto, inauguração do último trecho do Passa-Rápido 9 de Julho/Santo Amaro, com 5,8 km de extensão, no trecho do bairro de Santo Amaro na Zona Sul da cidade, entre a avenida São Gabriel e a estátua do Borba Gato. Primeiro trecho da refoma do corredor, inagurado nos anos 80,e agora denominado Passa-Rápido, foi entregue no dia 26 de junho de 2004, com 5,4 km de extensão entre a Parada São Gabriel e o Terminal da Bandeira.

Em agosto, nauguração do Passa-Rápido Teotônio Vilela /Robert Kennedy, ligando o terminal de integração de Varginha - inaugurado em julho - à região do Socorro.

Em setembro, homologação, pelo Conselho Nacional de Trânsito, através da resolução 163 publicada no Diário Oficial, da circulação de ônibus de 15 metros, que circulam no país desde 2001 com autorizações especiais.

No dia 13 de setembro, inauguração do Passa-Rápido Rebouças, reduzindo em até 45 minutos o tempo de viagem entre o Centro da cidade e o bairro de Campo Limpo na Zona Oeste da cidade. O eixo possui 10,3 km de extensão e se desenvolve sobre as avenidas Professor Francisco Morato, Eusébio Matoso e Rebouças, além da rua da Consolação. Por ele circulam 58 linhas de ônibus, utilizadas por cerca de 480 mil pessoas. (Prefeitura de São Paulo)

No dia 2 de outubro, início da transferência gratuita entre os ônibus do Corredor São Mateus - Jabaquara no Terminal Santo de André Oeste. A medida visa desafogar os terminais de São Bernardo, Diadema e Piraporinha, onde a transferência gratuita já é permitida.

No dia 13 de outubro, início da integração tarifária, sem custo adicional, entre 4 linhas intermunicipais e a linha 5 do metrô na estação de Capão Redondo.

No dia 11 de dezembro, após a implantação do sistema de integração temporal de 2 horas em toda frota do município, em maio de 2004, o terminal de integração A.E Carvalho torna-se o primeiro terminal de integração a ser aberto, passando a integração tarifária a ser efeutada através de bilhetagem eletrônica dentro do próprio veículo e não mais em área fechada.

Foto - Primeira linha com Ônibus Híbrido
Foto - Linha Praça Ramos - Terminal Pirituba
Foto - Corredor Dom Pedro II - Sacomã
Foto - Metrô Paraíso


2005
Entrega de 10 ônibus híbridos, fabricados pela Eletra, à duas empresas do ABC, sendo 8 veículos para a empresa SBC Trans e 2 para a viação ABC. No mês de março é iniciada a operação de ônibus articulado com piso baixo Caio Millennium II / Scania na Viação Santa Brígida.

No dia 18 de abril a Prefeitura anuncia o projeto de prolongamento das obras do VLP, ainda paralisadas, até Cidade Tiradentes e São Mateus, totalizando 32 km de extensão, com previsão de carregamento de 350 mil passageiros/dia.

No dia primeiro de maio, inauguração da linha expressa Terminal Cidade Tiradentes - Terminal Dom Pedro, com paradas apenas nao Shopping Aricanduva e metrô Tatuapé. No dia primeiro de junho é inaugurada a segunda linha expressa, também ligando o Terminal Cidade Tiradente ao Terminal Dom Pedro, mas com paradas no Terminal São Mateus e Terminal Vila Prudente.

No dia 4 de nove,bro, reinício das obras do VLP, com projeto modificado, sendo estendido até o bairro de Cidade Tiradentes.

No dia 6 de dezembro, início da operação do pré-embarque no Terminal Jardim Angêla, devendo o passageiro validar o bilhete antes do embarque no veículo.

No dia 30 de dezembro, início da operação da primeira fase do sistema de inetgração de bilhetagem eletrônica entre os ônibus municipais e os trens da Linha Paulista do Metrô e os trens da Linha C da CPTM, com tarifa de 3 reais, válida por 2 horas. A medida beneficia cerca de 1,1 milhão de passageiros/dia. que se utilizam da integração metrô-ônibus com tarifa de 4,10 R$.


2006
No dia 17 de janeiro, retomada das obras de expansão do Corredor do ABC até a Marginal Pinheiros, no trecho de 11, 9 km entre o Terminal Diadema e estação Berrini da CPTM. O trecho, orçado em 72 milhões de reais, foi construído com recursos do tesouro do Estado.


No primeiro semestre, início da operação de sistema de bilehtagem eletrônico nos cerca de 4 mil ônibus intermunicipais dos 39 municípios da Região Metropolitana, operados por 52 empresas, que transportam cerca de 1 milhão e 300 mil passageiros diariamente. O sistema custou 40 milhões de reais, rateado pela próprias empresas.

No dia 9 de outubro, início dos testes no Corredor Cidade Tiradentes (ex-fura fila), no trecho entre o Parque Dom Pedro II e Sacomã, com 8 km de extensão, com veículos sem passageiros.

A partir do dia 9 de outubro, a rua 25 de março é bloqueado ao tráfego de veículos, inclusive ônibus.

Em outubro, previsão de conclusão do trecho Diadema - Berrini do Corredor do ABC. 

No dia 31 de outubro, início da operação do Sistema Integrado de Monitoramento, que informa o tempo real de posicionamento dos veículos a cada 60 segundos através de  equipamentos GPS instalados nos veículos. Incialmente foram instalados computadores de bordo em 1.531 ônibus que circulam nos bairros da zona norte de Perus, Pirituba, Freguesia do Ó e Vila Brasilândia, além de 62 painéis eletrônicos de informação aos passageiros no corredor Pirituba - Lapa - Centro.



Fontes:
CMTC, "Próxima Parada o Futuro", 1993
Anuário Estatístico do Estado de São Paulo
Diário de São Paulo