segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Projeto Ônibus a Hidrogênio da EMTU terá mais três veículos em testes

30/01/12 - EMTU

Novos ônibus não emitirão qualquer poluição, liberando no meio ambiente apenas vapor de água

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e o consórcio que desenvolve o projeto Ônibus Brasileiro a Hidrogênio, coordenado pela EMTU/SP, firmaram contrato para aquisição de mais três veículos, a um custo unitário de cerca de US$ 1 milhão. Assim como o protótipo que vinha sendo testado desde 2009, os novos ônibus não emitirão qualquer poluição, liberando no meio ambiente apenas vapor de água.

O prazo de entrega é de 15 meses, o que significa que os ônibus estarão em testes na Região Metropolitana de São Paulo durante o segundo semestre de 2013. A previsão é de que em 2014, ano da Copa do Mundo no Brasil, eles já sejam integrados à operação da frota intermunicipal gerenciada pelo Governo do Estado.

O consórcio, especificamente para a fabricação dos ônibus, é formado por empresas de diversos países. Coube a EMTU/SP a decisão sobre as especificações técnicas dos equipamentos e, futuramente, a empresa irá monitorar todos os testes que serão realizados nos veículos. O ônibus em funcionamento (protótipo) serviu para aperfeiçoamento destas especificações técnicas.

Os novos ônibus a hidrogênio terão um índice de nacionalização superior ao protótipo já testado. O destaque é o motor elétrico de tração, que passará a ser fabricado no Brasil. Continuam importados as células a hidrogênio, as baterias auxiliares de tração e os tanques de armazenamento de hidrogênio a bordo.

Os veículos serão fabricados com portas dos dois lados, podendo operar tanto pela porta direita como pela esquerda, no caso de corredores onde as operações de embarque e desembarque são realizadas nas plataformas centrais (por exemplo, a extensão Diadema - São Paulo do Corredor ABD).

História do projeto

Há 16 anos, a EMTU/SP, vinculada à Secretaria Estadual dos Transportes Metropolitanos, e o Ministério das Minas e Energia - MME iniciaram os estudos para o uso do hidrogênio como combustível em ônibus urbanos para o transporte coletivo na Grande São Paulo (RMSP). 

O PNUD entrou com o apoio financeiro do Global Environmental Facility (GEF); outros recursos são provenientes da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), por intermédio do MME.  Para o desenvolvimento de todo o projeto foram destinados US$ 16 milhões.

Os ônibus em aquisição funcionarão  com o uso combinado entre célula a combustível hidrogênio e banco de baterias recarregáveis, com recuperação de energia. O sistema híbrido propicia mais economia de combustível e racionalização da energia gerada, pois é possível o reaproveitamento da energia de frenagem (regeneração) nas baterias de tração nos momentos em que o veículo aciona o freio.

Toda a tecnologia aplicada ao projeto é inovadora: a célula a combustível hidrogênio, o desenvolvimento de softwares de controle dos subsistemas do ônibus; e a produção de hidrogênio com a pureza necessária ao funcionamento das células.

SP tem mais três ônibus a hidrogênio

30/01/2012 - Webtranspo

O projeto vem realizando testes desde 2009

Novos ônibus devem estar na frota de São Paulo em 2014O PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) e o Consórcio que desenvolve o Projeto Ônibus Brasileiro a Hidrogênio, coordenado pela EMTU/SP, acabam de adquirir mais três veículos, a um custo de, aproximadamente, US$ 1 milhão cada. A exemplo do protótipo que vinha sendo testado desde 2009, os novos ônibus não emitirão nenhuma poluição, liberando no meio ambiente apenas vapor de água.

Com um prazo de entrega de 15 meses, os ônibus devem estar em testes na Região Metropolitana de São Paulo durante o segundo semestre de 2013. A previsão é de que os veículos sejam integrados à operação da frota intermunicipal gerenciada pelo Governo do Estado em 2014.

Os novos ônibus a hidrogênio terão um índice de nacionalização superior ao protótipo já testado. O destaque é o motor elétrico de tração, que passará a ser fabricado no Brasil. Continuam importados as células a hidrogênio, as baterias auxiliares de tração e os tanques de armazenamento de hidrogênio a bordo.

Os veículos terão portas dos dois lados, podendo operar tanto pela porta direita como pela esquerda, no caso de corredores onde as operações de embarque e desembarque são realizadas nas plataformas centrais, como a extensão Diadema - São Paulo do Corredor ABD.

A EMTU/SP, vinculada à Secretaria Estadual dos Transportes Metropolitanos, e o Ministério das Minas e Energia iniciaram há 16 anos os estudos para o uso do hidrogênio como combustível em ônibus urbanos para o transporte coletivo na Grande São Paulo. Para o desenvolvimento do projeto, foram investidos US$ 16 milhões. O PNUD contou com o apoio financeiro do Global Environmental Facility (GEF). Outros recursos vieram da FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos), por intermédio do Ministério de Minas e Energia.

sábado, 28 de janeiro de 2012

EMTU testará mais três ônibus movidos a hidrogênio

28/01/2012 - Repórter Diário

O PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) e o Consórcio que desenvolve o Projeto Ônibus Brasileiro a Hidrogênio, coordenado pela EMTU/SP, firmaram contrato para aquisição de três novos veículos, a um custo unitário de cerca de US$ 1 milhão. Assim como o protótipo que vinha sendo testado desde 2009, os novos ônibus não emitirão qualquer poluição, liberando no meio ambiente apenas vapor de água.

O prazo de entrega é de 15 meses, o que significa que os ônibus estarão em testes na Região Metropolitana de São Paulo – incluindo o ABC – durante o segundo semestre de 2013. A previsão é de que em 2014, ano da Copa do Mundo no Brasil, eles já sejam integrados à operação da frota intermunicipal gerenciada pelo Governo do Estado.

Os novos ônibus a hidrogênio terão um índice de nacionalização superior ao protótipo já testado. O destaque é o motor elétrico de tração, que passará a ser fabricado no Brasil. Continuam importados as células a hidrogênio, as baterias auxiliares de tração e os tanques de armazenamento de hidrogênio a bordo.
Os veículos serão fabricados com portas dos dois lados, podendo operar tanto pela porta direita como pela esquerda, no caso de corredores onde as operações de embarque e desembarque são realizadas nas plataformas centrais (por exemplo, a extensão Diadema – São Paulo do Corredor ABD). Para o desenvolvimento de todo o projeto foram destinados US$ 16 milhões.
Tecnologia 
Os ônibus em aquisição funcionarão com o uso combinado entre célula a combustível hidrogênio e banco de baterias recarregáveis, com recuperação de energia. O sistema híbrido propicia mais economia de combustível e racionalização da energia gerada, pois é possível o reaproveitamento da energia de frenagem (regeneração) nas baterias de tração nos momentos em que o veículo aciona o freio. 

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Scania entrega dez ônibus a etanol em SP

23/01/2012 - Webtranspo

Cidade conta com 60 unidades do tipo operando -

São Paulo projeta frota inteira abastecida com biocombustível até 2018.

Nesta sexta-feira, 20, a Scania entregou mais dez novos ônibus movidos a etanol à Tupi Transportes. Estes novos veículos iniciam as operações ainda neste mês e se somam a outros 60, que circulam na capital paulista, com o biocombustível.

“O etanol é uma alternativa interessante para substituirmos o diesel com foco na redução de emissão de poluentes. Todas as possibilidades do mercado eram apenas experiências e a Scania nos deu um produto com eficiência consolidada”, ressaltou José Sergio Pavani, sócio-administrador da Tupi Transportes.

Os ônibus entregues são do modelo K 270 6x2 de 15 metros com piso baixo e integram a terceira geração da tecnologia a etanol da montadora. A perspectiva é que, com a utilização do biocombustível, a redução de gás carbônico lançado a atmosfera seja de 90% em relação ao diesel. Além disso, a matriz energética proveniente da cana-de-açúcar minimiza a emissão de NOx (óxidos de nitrogênio), material particulado e hidrocarbonetos.

“Acreditamos muito no etanol e seu desempenho será medido para uma futura ampliação da frota. Quando isso acontecer, a Scania será a primeira alternativa”, completa Pavani.

Segundo Wilson Pereira, gerente executivo de Vendas de Ônibus da fabricante, a utilização de veículos com fonte energética alternativa vem se tornando uma tendência no Brasil. “Os resultados da Scania na venda de ônibus a etanol apontam que existe uma forte demanda no setor de transportes para soluções sustentáveis e nós estamos prontos para atendê-la”, destaca.

O objetivo da prefeitura de São Paulo é que toda a frota de ônibus – que conta, atualmente, com 60 ônibus a etanol – seja abastecida com combustíveis renováveis até 2018, a cidade possui, hoje, 15 mil veículos operando no sistema público de transporte.

Justiça quer estudos na linha de Ribeirão Preto

23/01/2012 - Revista Ferroviária

O Ministério Público Federal (MPF) recomendou, na última sexta-feira (20/01), que a prefeitura de Ribeirão Preto (SP) aprofunde o estudo técnico sobre a linha férrea que passa pela cidade. A prefeitura está negociando com a União a cessão da área e avalia a implantação de um corredor de ônibus no trecho.

O orgão começou a analisar o caso a partir de uma denúncia protocolada pelo presidente do Instituto História do Trem, Denis Willian Esteves, informando que o município estaria planejando eliminar os ramais ferroviários e, no local, construir um corredor de ônibus.

A recomendação foi para que a prefeitura não faça contrato com a União para a aquisição do trecho enquanto não houver “cabal e aprofundado embasamento técnico sobre as utilidades desses bens para o município”; que o Ministério dos Transportes e o DNIT não aprovem a cessão sem os estudos técnicos e que não seja aprovada a construção de um novo ramal em substituição aos já existentes, sem o embasamento técnico que comprove a necessidade de ambas as obras.

O procurador da República, André Menezes, responsável pelo caso, apontou em sua recomendação três inconvenientes na concretização das negociações: o município assumiria a recuperação dos ramais abandonados e desocupação de suas margens, atualmente ocupadas por construções irregulares de famílias de baixa renda, quando esta responsabilidade é da concessionária; a União assumiria a responsabilidade de custear a construção de um novo ramal, responsabilidade que também caberia à concessionária; e a inviabilização da implantação do projeto de trem histórico-cultural no município.

De acordo com o Ministério Público, o Dnit informou que “o traçado ferroviário no trecho urbano encontra-se técnica e operacionalmente inviável por ser um traçado antigo, com raios e rampas inadequados, e com muitas passagens de nível tornando assim um risco à população”.  Para Menezes, a explicação é insuficiente porque não tem respaldo técnico: “faltam outras demonstrações para que se possa fazer uma comparação”. 

A linha de 12 km passa pela região norte do município e está desativada desde 1995. O trecho é uma concessão da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA), que juntamente com a ANTT, DNIT e a prefeitura estão desenvolvendo um estudo para construir uma variante na cidade.  A obra seria custeada em parceria entre os órgãos, a concessionária e a prefeitura.

Segundo a FCA, se o projeto da variante for concretizado, o trecho será devolvido para a ANTT, que dará a destinação adequada à linha. A concessionária explica que o traçado original da linha é da década de 60 e tem muitas passagens em nível, que na época já dificultavam a passagem do trem, o que ficou mais difícil com o crescimento da cidade.

Na região de Ribeirão Preto, a FCA tem grande participação na movimentação de açúcar.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

SPTrans estuda usar pagamento por celular em ônibus

19/01/2012 - Exame.com

O serviço, uma aprimoração do atual 'Bilhete Único', atenderia de imediato aos 33 milhões de usuários de cartões pré-pagos no sistema de transporte paulistano

Wilian Miron
 
A São Paulo Transportes (SPTrans), estatal que gerencia os ônibus na cidade de São Paulo, pretende desenvolver um sistema de pagamentos eletrônios multiplataforma, que pode aceitar transações via celular.
 
O serviço, uma aprimoração do atual ‘Bilhete Único’, em funcionamento há oito anos na cidade, atenderia de imediato aos 33 milhões de usuários de cartões pré-pagos no sistema de transporte paulistano.
 
Para desenvolver o novo meio de pagamento, a SPTrans iniciou no último dia 5 uma consulta pública, que dará origem ao edital da licitação que contratará as empresas que programarão o sistema.
 
“Queremos uma tecnologia moderna, pois a atual é dos anos 90. Agora queremos uma plataforma aberta, afinal, temos uma série de demandas, inclusive de uso do celular para pagamentos, e vai ter quem ainda prefira utilizar o cartão convencional”, alerta o superintendente de atendimento e comercialização da SPTrans, José Aécio de Sousa.
 
Segundo ele, o desenvovilmento da nova ferramenta de cobrança dos ônibus paulistanos será feito em conjunto entre o órgão da prefeitura e as empresas contratadas.
 
O projeto inicial prevê que quem vencer a licitação terá que administrar o sistema atual por dois anos, prazo estipulado para a implantação da nova tecnologia. Após essa etapa, a empresa ficará responsável pela manutenção e administração do sistema.
 
Para o próximo dia 30 está prevista a divulgação da minuta para a consulta pública e o edital de licitação deve ser publicado em meados de fevereiro. No entanto, a SPTrans já aceita contribuições de empresas de pagamentos eletrônicos e tecnologia.
 
“Queremos a participação das empresas de NFC (Near Field Communications), porque a plataforma terá essa funcionalidade, mas não será toda baseada nisto”, declarou o dirigente a este noticiário durante evento da GSMA, em São Paulo.
 
Contrato
 
De acordo com José Aécio de Souza, um dos motivos para a nova licitação é o termino do contrato entre a SPTrans e a UOL Diveo, empresa do grupo UOL responsável pelo serviço de data center para Bilhete Único.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Novo terminal em Limeira passa receber todas as linhas da cidade

14/01/2012 - EPTV

Todas as linhas de ônibus de Limeira passam no novo terminal a partir deste sábado (14), como já esperavam os moradores. A mudança afeta as 29 linhas disponíveis na cidade, que antes paravam na Praça do Museu, que não oferecia estrutura adequada.

A estrutura no terminal facilita a vida dos moradores para embarque e desembarque, com sinalização para as linhas, banheiros e guichês específicos para a venda de passagens. A expectativa é que 70 mil usuários passem pelo local diariamente.

Os usuários do transporte público no município conviviam com a falta de infraestrutura há quatro anos, já que a praça que era usada de terminal não oferecia condições e as pessoas conviviam com o aperto e a sinalização era precária.

Outra mudança a partir deste sábado é que três pontos de ônibus deixam de existir. Os da Rua Dr. Trajano Barros Camargo, em frente ao número 200, e também o que fica em frente ao número 394; também o da Rua Barão de Campinas em frente à rodoviária.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

DOE publica nome do vencedor da concorrência para elaboração dos projetos de continuação do Corredor Noroeste

11/01/2012 - EMTU

Hoje, 11/1, será publicado no Diário Oficial do Estado o despacho de homologação da Concorrência nº 004/2011 para elaboração dos Projetos Funcional, Básico e Executivo do Lote 3 do Corredor Noroeste, na Região Metropolitana de Campinas, trecho compreendido entre os Municípios de Sumaré e Santa Bárbara D’oeste. O ganhador foi o CONSÓRCIO RUMO AO NOROESTE composto pelas empresas Sistran Engenharia Ltda. e Lenc Laboratório de Engenharia e Consultoria Ltda.

O valor orçado da licitação foi de R$ 7.487.154,66 (sete milhões, quatrocentos e oitenta e sete mil, cento e cinqüenta e quatro reais e sessenta e seis centavos), e o valor da contratação será de R$ 7.112.796,93 (sete milhões, cento e doze mil, setecentos e noventa e seis reais e noventa e três centavos), com uma economia, portanto, de R$ 374.357,73 (trezentos e setenta e quatro mil, trezentos e cinquenta e sete reais e setenta e três centavos), ou seja, 5% sobre o valor orçado pela EMTU/SP para a contratação.

Após a publicação do referido despacho, a empresa será convocada para a assinatura do contrato no prazo de 10 dias. Para tanto deverá apresentar os documentos do(s) responsável(is) do Consórcio pela assinatura do contrato e depositar a garantia para a contratação. O prazo de execução dos serviços é de nove meses a partir da emissão da Ordem de Início dos serviços.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Governo do Estado inicia integração metropolitana no Grajaú entre EMTU, CPTM e SPTrans

10/01/2012 - EMTU

O governador Geraldo Alckmin acompanhou neste sábado, 7, no Terminal Grajaú, o início da integração tarifária das linhas de ônibus metropolitanas com os trens da CPTM e com as linhas municipais, por meio do Cartão BOM (Bilhete do Ônibus Metropolitano) e do BU (Bilhete Único).

Além de maior mobilidade com mais opções de transporte, o usuário conta agora com significativa economia com a integração do transporte público - em uma das integrações, por exemplo, o passageiro  poupa R$ 3,05 (veja mais informações na tabela abaixo).

Desde sábado, o Governo do Estado também  alterou o itinerário das linhas intermunicipais de Embu-Guaçu que circulam pelas Avenidas Sadamu Inoue (antiga Estrada de Parelheiros) e Senador Teotônio Vilela. A alteração foi feita por meio da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU/SP).

Em vez de seguirem até as estações Santa Cruz e Jabaquara do Metrô, as linhas metropolitanas já têm como destino final o Terminal Grajaú, onde os usuários podem fazer integração com  as linhas municipais da SPTrans e com a Linha 9 - Esmeralda da CPTM.

Cerca de 7.500 usuários/dia são beneficiados diretamente com mais alternativas de integração à rede metroferroviária e conexão gratuita com as 23 linhas municipais da SPTrans, por meio do Transferidor de Direito de Integração (TDI) entre o Cartão BOM, das linhas metropolitanas, e o Bilhete Único, das linhas municipais.

O QUE MUDA NAS LINHAS METROPOLITANAS

BAIRROS CHÁCARA FLÓRIDA, CIPÓ E GRANJINHA   
Em vez de seguirem para as estações do Metrô Jabaquara e Santa Cruz, as linhas 012TRO Embu-Guaçu (Cipó) e 226TRO Embu-Guaçu (Chácara Flórida e Granjinha) são seccionadas no Terminal Grajaú.

A partir do Terminal Grajaú, há possibilidade de integração com a rede da CPTM e todo o sistema metroferroviário, além da conexão com o sistema municipal de São Paulo. A mobilidade do usuário de Embu-Guaçu foi ampliada e o tempo de deslocamento à região central do município de São Paulo, reduzido.

O aumento previsto na oferta de viagens é de 80%, além da diminuição do intervalo entre as partidas.
A linha 012TRO tem agora intervalos médios de oito minutos nos horários de pico e a tarifa custa R$ 2,90. A linha 226TRO tem intervalos programados de 35 minutos e a tarifa custa R$ 2,90.
As linhas 226VP1 Embu-Guaçu (Granjinha), 410TRO Embu-Guaçu (Cipó) e 548TRO Embu-Guaçu (Chácara Flórida) - São Paulo (Borba Gato) foram canceladas e passam a ser atendidas pelas linhas 012TRO e 226TRO.

CIPÓ DO MEIO E JARDIM CAMPESTRE: NOVA LINHA DAS 04H00 ÀS 21H15 
Os moradores dos bairros Cipó do Meio e Jardim Campestre são atendidos atualmente pelos serviços metropolitanos 226BI1 e 410BI1 que fazem a ligação para o Metrô Santa Cruz, passando pelo bairro Cipó, em Embu-Guaçu, apenas no período da manhã e em dias úteis. Estas linhas foram canceladas.

Desde 07/01, os moradores destes bairros estão sendo atendidos pela nova linha metropolitana 582TRO Embu-Guaçu (Cipó) - São Paulo (Cipó do Meio), via Embu-Guaçu (Jardim Campestre), que funciona o dia inteiro, das 04h00 às 21h15, em dias úteis e sábados, com intervalo de 25 minutos entre partidas e tarifa de R$ 2,10.

No bairro Cipó, em Embu-Guaçu, os usuários da linha 582TRO podem fazer integração com a linha 012TRO ou 226TRO, utilizando o cartão BOM, pagando a tarifa complementar de R$ 0,80, o que permitirá acesso ao Terminal Grajaú e integração com a rede da CPTM e com as linhas da SPTrans.

INTEGRAÇÃO COM AS LINHAS MUNICIPAIS

No Terminal Grajaú, o Transferidor de Direito de Integração (TDI) permite a integração física e tarifária entre as linhas metropolitanas e as 23 linhas municipais da SPTrans com o pagamento de apenas uma tarifa. Para a integração tarifária, no entanto, é imprescindível o uso dos dois cartões BOM e BU.

Pagando R$ 2,90 já é possível sair de Embu-Guaçu, fazer a conexão no Terminal Grajaú e seguir em qualquer uma das linhas com destino a diversos pontos da capital como Brás, Santo Amaro, Vila Mariana, Jabaquara e Brooklin.

Passo a passo da integração com as linhas municipais
Sentido Embu-Guaçu - São Paulo
Ao embarcar nas linhas 012TRO ou 226TRO será descontado do cartão BOM o valor da tarifa metropolitana de R$ 2,90.
No Terminal Grajaú, antes de embarcar na linha municipal, o usuário deverá inserir simultaneamente os dois cartões (BOM e BU) num dos Transferidores de Direito de Integração (TDI) próximos à plataforma de desembarque das linhas metropolitanas. Com a validação do BU não será necessário pagar nova tarifa no ônibus municipal e o usuário terá direito a uma única viagem no sistema municipal.

Sentido São Paulo - Embu-Guaçu
O usuário poderá embarcar nas linhas do sistema municipal de São Paulo com destino ao Terminal Grajaú, pagando a tarifa de R$ 3,00 com o Bilhete Único. Para ter direito à integração tarifária deverá fazer uma única viagem no sistema municipal.
No Terminal Grajaú, o usuário deverá inserir os dois cartões simultaneamente no Transferidor de Direito de Integração (TDI) antes de embarcar no ônibus metropolitano.
Ao embarcar na linha 012TRO ou 226TRO, com o cartão BOM validado, não será debitado o valor da tarifa no ônibus metropolitano.

INTEGRAÇÃO COM A REDE METROFERROVIÁRIA
No Terminal Grajaú será possível a integração física e tarifária com a Linha 9 - Esmeralda da CPTM, permitindo, ainda, a conexão com a Linha 8 - Diamante da CPTM (Itapevi - Júlio Prestes), Linha 5 - Lilás do Metrô (Capão Redondo - Largo Treze) e Linha 4 - Amarela do Metrô (Butantã - Luz).
Na integração com a CPTM, o usuário contará com uma tarifa integrada de R$ 4,49 e será necessário apenas o uso do Cartão BOM.

 Passo a passo da  integração com a CPTM
 
Sentido Embu-Guaçu - São Paulo
Ao embarcar na linha 012TRO ou 226TRO será debitado no cartão BOM o valor da tarifa metropolitana de R$ 2,90. Na integração com Linha 9 - Esmeralda da CPTM, o Cartão BOM deve ser usado novamente nos bloqueios exclusivos da Estação Grajaú. Será debitado no mesmo cartão o valor complementar de R$ 1,59.
Sentido São Paulo - Embu-Guaçu
O usuário poderá embarcar em qualquer estação da CPTM, pagando a tarifa de R$ 2,90 em cartão ou dinheiro. Na Estação Grajaú, antes de passar pela linha de bloqueios de saída da estação, deverá validar o Cartão BOM no validador exclusivo. Na linha metropolitana será debitado do Cartão BOM o valor complementar de R$ 1,59.


COMO OBTER O CARTÃO BOM E O BILHETE ÚNICO

Cartão BOM
Para obter  informações, o interessado pode ligar para o Consórcio Metropolitano de Transporte - CMT no telefone 0800-7711800 ou por meio do site www.cartaobom.net, onde pode ser feito o cadastro com retirada do cartão no posto indicado em sete dias corridos.

Bilhete Único

O Bilhete Único pode ser obtido nas lojas e postos autorizados da SPTrans. Mais informações estão disponíveis no site  www.sptrans.com.br

sábado, 7 de janeiro de 2012

Integração do cartão BOM para passageiros do Grajaú passa a valer neste sábado

07/01/2012 - R7

A ação vai beneficiar 7.500 usuários de Embu-Guaçu

Os passageiros do Grajaú que utilizam o cartão BOM (Bilhete do Ônibus Metropolitano) e o Bilhete Único poderão aproveitar a integração das linhas de ônibus metropolitanas com os trens da CPTM e com as linhas municipais a partir deste sábado (7).

Leia mais notícias do R7

A inauguração será feita pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) em evento no Terminal Grajaú, a partir das 10h.

A ação vai beneficiar 7.500 usuários de Embu-Guaçu, que ainda terão a opção de utilizar as linhas municipais com destinos a diversos pontos da capital como Brás, Santo Amaro, Vila Mariana, Jabaquara e Brooklin.

Nova frota

O governador Geraldo Alckmin disse em dezembro que o Metrô colocará em operação 98 trens modernizados até 2014. Alckmin participou da cerimônia de entrega do primeiro desses trens, que têm ar condicionado e câmeras de seguranças, na Linha 1 – Azul.

Outros dois trens modernizados serão entregues nas linhas nas próximas semanas. Já na Linha 3 – Vermelha, já há cinco deles funcionando. Em 2012, 2013 e 2014 disse Alckmin, serão entregues 30 em cada ano. Do total, 51 funcionarão na Linha Azul e 47 na Linha Vermelha. 

Além das câmeras e da temperatura controlada, os novos trens têm um sistema de freios mais moderno, com controle de patinagem e deslizamento, que permitirá, segundo Alckmin, que ele opere na velocidade normal em dias de chuva.