terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Bilhete único da USP começa a ser usado

28/02/2012 - R7

Começou a funcionar nesta terça-feira (28), o sistema de transporte público da Cidade Universitária, na zona oeste de São Paulo.  Alunos, professores e funcionários da USP (Universidade de São Paulo) receberam um bilhete único exclusivo para ser usado nas duas linhas de ônibus circular do local, que agora são gerenciadas pela SPTrans (São Paulo Transporte), da prefeitura.

A partir desta terça, os coletivos também começaram a ir até a Estação Butantã do Metrô. 


José Patrício/AE

Usados por 12 mil pessoas diariamente, os ônibus circulares continuam grátis, mas só para quem tiver o novo cartão, denominado Busp (Bilhete USP). Foram colocados 14 veículos por linha, atendendo um percurso de 18 km de extensão. O tempo estimado de viagem da Cidade Universitária até a estação do Metrô é de 48 minutos. 

Os ônibus que aceitam o novo cartão têm um adesivo no para-brisa.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Prefeitura de Ribeirão Preto quer 14 km trilhos desativados

26/02/2012 - Jornal Cidade de Ribeirão Preto

Objetivo é construir um corredor de ônibus e conseguir verba para acabar com favela na região

Por Jucimara de Pauda

A prefeitura de Ribeirão Preto estuda a viabilidade de assumir 14 quilômetros de malha ferroviária que estão desativadas na cidade. Os estudos estão nas mãos do secretário de Governo Jamil Albuquerque.

Pela proposta, a administração municipal receberia o ramal desativado e cederia ao governo federal 7 km para criação de um traçado alternativo que passaria próximo ao Terminal de Petróleo, no Adelino Simione, no Distrito Industrial até chegar em Sertãozinho e que seria usado para o transporte de cargas.

"Caso a prefeitura assuma esta malha podemos estudar a possibilidade de termos um trem turístico ou até criar avenidas para desafogar o trânsito", diz o vereador Giló (PR), uma das pessoas que negocia com o Dnit - Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes - órgão do governo que é comando pelo PR.

Os trilhos estão desativados desde 1995 e o vereador relembra que na maioria dos locais o mato, entulho e o lixo tomaram conta da malha férrea. "Com a volta do trem, teremos o escoamento do produto interno do município", diz ele.

Segundo o vereador, nos estudos desenvolvidos pela prefeitura, a administração municipal também vai propor o recebimento de verbas para a retirada das famílias da favela da avenida Rio Pardo que tem 238 barracos e 1.188 pessoas, segundo balanço feito pela prefeitura de Ribeirão Preto em outubro de 2010.

"Se recebermos esta malha viária desativada também vamos exigir incentivos para tirar aquelas pessoas dali", diz o vereador. O secretário de Planejamento Fernando Piccolo diz que tem conhecimento do projeto e que tudo depende de acertos finais entre prefeitura, Dnit e FCA (Ferrovia Centro Atlântica). "Por enquanto é apenas um projeto", afirma.

O secretário Jamil Albuquerque não retornou às ligações da reportagem.

MPF quer estudos
Em janeiro, o procurador André Menezes, do Ministério Público Federal, se posicionou contra a doação para a prefeitura sem que estudos aprofundados sejam feitos sobre o assunto. O MPF tomou essa posição depois que recebeu denúncia que a prefeitura tinha projetos de fazer um corredor de ônibus nos trilhos desativados. Quem levantou a questão foi presidente do Instituto História do Trem, Denis Willian Esteves. Para o Ministério Público, o fim dos ramais impediria a criação de um museu ferroviário na cidade, uma luta antiga do Instituto História do Trem.

http://www.sinfer.org.br/site/ultimas_noticias.asp

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Campus da USP ganha bilhete único próprio

12/02/2012 - Agência Estado

Alunos, professores e funcionários receberão um bilhete único, o Busp, para ser usado nas linhas de ônibus circular do local, que passarão a ser gerenciadas pela SPTrans
de 2012.

São Paulo - O sistema de transporte público da Cidade Universitária, na zona oeste de São Paulo, vai mudar. A partir do próximo dia 27, quando recomeçam as aulas na Universidade de São Paulo (USP), alunos, professores e funcionários receberão um bilhete único exclusivo para ser usado nas duas linhas de ônibus circular do local, que passarão a ser gerenciadas pela São Paulo Transporte (SPTrans), da Prefeitura. Os coletivos também começarão a ir até a Estação Butantã do Metrô - atualmente, o serviço se restringe ao interior do campus.
 
Usados por 12 mil pessoas diariamente, os ônibus circulares permanecerão grátis, mas só para quem tiver o novo cartão, denominado Bilhete USP (Busp). Hoje, qualquer pessoa, mesmo quem não estuda ou trabalha na instituição, pode usar o transporte sem pagar.
 
Serão 14 ônibus por linha, atendendo um percurso de 18 quilômetros de extensão. O tempo estimado de viagem é de 48 minutos. "O atendimento será diuturno (ao longo do dia e da noite). Hoje, as linhas da USP só funcionam durante o dia, já que os portões são fechados à noite", diz Adriana Schneider, assessora técnica da SPTrans. O atendimento começará por volta das 4 horas e vai até depois da meia-noite, horário similar ao de funcionamento do Metrô. Não haverá mudanças nas outras linhas da SPTrans que atendem o campus.
 
Schneider diz que é a primeira vez que outro sistema de bilhetagem é usado em coletivos da SPTrans. O Busp só será aceito nessa frota. Os ônibus terão um adesivo no para-brisa indicando que o novo cartão pode ser usado neles. Segundo o reitor da USP, João Grandino Rodas, que firmou ontem o convênio do programa com a SPTrans, ao menos 65 mil cartões serão entregues. Desses, 50 mil estão prontos. "Só não temos os dos calouros, porque não temos os nomes completos. Mas assim que as matrículas estiverem todas fechadas, mais um período de uns 15 dias, vamos tê-los", explica o reitor.
 
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
 
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