segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Haddad quer bilhete mensal e isenção de inspeção em 2014

29/10/2012 - Via Trólebus

Promessas de campanha de Fernando Haddad, o bilhete único mensal e o fim da taxa de inspeção veicular já tem data para começaram a vigorar, pelo menos se depender do prefeito eleito.
Haddad disse nesta segunda-feira (29) que irá enviar à Câmara Municipal, assim que assumir o cargo, ambos os projetos de lei: "Depende de lei, meu compromisso é remeter para a Câmara no primeiro momento essas iniciativas", afirmou. Ele disse esperar que, no 2º ano do governo, as duas promessas estejam cumpridas.
O petista também falou que pretende encaminhar para a Câmara Municipal, já no primeiro semestre de 2013, a reforma urbana, que consta em seu programa de governo. "Nós entendemos que a cidade hoje está muito concentrada. Há um bloco que atrai os empregos da cidade e exige que milhões de moradores tenham que se deslocar por um longo percurso", afirmou.
Quem paga a conta?
Caso Haddad mantenha a politica de inspeção só que isenta de pagamento ao cidadão, importante para o combate a poluição do ar, o petista não disse quem pagará a conta da taxa, já que o dinheiro terá que vir de algum lugar, provavelmente de impostos, ou seja, todos pagam (quem anda de carro, ônibus, Metrô e a pé) ao contrário do sistema atual que apenas o motorista de carro banca.

Por Renato Lobo



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sábado, 27 de outubro de 2012

Odebrecht e sócias venderão anúncios em abrigo de ônibus

24/10/2012 - Valor Econômico, Adriana Mattos

O consórcio PRA SP venceu a licitação para a instalação e operação dos abrigos de ônibus na cidade de São Paulo e vai investir um total de R$ 636 milhões. Fazem parte do consórcio as empresas Odebrecht Transport Participações, APMR Investimentos e Participações, Rádio e Televisão Bandeirantes de Minas Gerais e Kalítera Engenharia.
Este é o primeiro contrato da Odebrecht Transport, braço do grupo para operar obras de infraestrutura. Pelo contrato, serão permitidos anúncios publicitários nos abrigos, a serem comercializados pelo consórcio, em troca de serviços de manutenção e conservação do espaço.
Segundo informação publicada ontem no Diário Oficial do município, o PRA SP tirou melhor nota técnica que o consórcio "Os Abrigos de São Paulo" - do qual participam a JCDecaux do Brasil e a JCDecaux Ameriques Holding, subsidiárias brasileira e americana do grupo francês JCDecaux.
Os investimentos do PRA SP incluem uma taxa fixa de R$ 274 milhões a ser paga à prefeitura paulista pelo direito de exploração dos abrigos por 25 anos, somado a um lance adicional (ágio) de R$ 35 milhões, o que eleva a soma para R$ 309 milhões. Outros R$ 25 milhões serão aplicados na manutenção dos atuais abrigos até que o consórcio finalize a troca dos pontos antigos. Por fim, mais R$ 302 milhões serão aplicados na remoção e troca dos 6,5 mil pontos. Ao considerar todos esses valores, o valor investido é de R$ 636 milhões.
Esse contrato marca o retorno da publicidade no mobiliário da cidade de São Paulo, cinco anos após a implantação da lei "Cidade Limpa". Em setembro, o consórcio "A Hora de São Paulo" (formado pela empresa francesa JCDecaux) ganhou o direito de instalar e operar mil relógios de rua em São Paulo. Os relógios e os abrigos foram os dois únicos espaços liberados para expor anúncios na cidade.
O contrato com a PRA SP deve ser assinado nas próximas semanas - 30 dias a partir da assinatura, as empresas assumem o serviço. Devem ser trocados todos os 6,5 mil abrigos de São Paulo em três anos. O consórcio começará a negociar, nas próximas semanas, contratos para anúncios publicitários nos novos pontos. "No edital, o prazo para a troca dos abrigos era de cinco anos, mas nos propomos a fazer em três. E pelas nossas contas, até a Copa do Mundo de 2014, 2,5 mil abrigos terão sido trocados", disse Violeta Kertesz, diretora da Odebrecht Transport. "Queremos ser uma companhia brasileira líder nessa área, no país".
Os novos modelos dos abrigos foram projetados pelo consórcio. Há painéis digitais com tela "touch screen" - esses estarão em 5% dos pontos - e telas para anúncios com duas faces. Nos painéis digitais, o anúncio muda ao longo do dia. "Pela manhã, podemos ter um anúncio de um sabão em pó e à noite, no horário do jantar, de um restaurante", disse Violeta.


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sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Novos pontos de ônibus em São Paulo terão a 'cara' da região

25/10/2012 - Folha de São Paulo

A partir do começo do ano que vem, quem pegar ônibus do transporte urbano nas avenidas Paulista ou Luís Carlos Berrini vai esperar pelo transporte em uma estrutura com desenho avançado, batizada de ponto "high-tech".

SP terá relógios de LED e pontos 'high-tech'
Análise: Volta da propaganda às ruas pode ter resultados positivos

Nas marginais e nas proximidades de pontes e viadutos, o conceito do abrigo muda e a estrutura será em concreto, com maior resistência.

O consórcio que vai gerir os novos pontos de ônibus da cidade de São Paulo promete quatro estruturas diferentes, com design que se relaciona à região em que o equipamento for instalado.

"Pensamos nas características da cidade para desenhar os modelos. No centro histórico, por exemplo, os abrigos vão ser transparentes, permitindo que o usuário contemple o visual do entorno", afirmou Violeta Noya, representante do grupo vencedor.

A maior parte das vias --como a avenida Brasil, o entorno do parque Ibirapuera e a avenida Faria Lima--, porém, vai ter pontos em aço, chamados no projeto de "Caos Top".

"A intenção é embelezar São Paulo com as estruturas, que vão ser bem iluminadas e foram desenhadas para dar orgulho ao cidadão", afirma.

Em calçadas mais estreitas, com menos espaço para as estruturas originais, os pontos vão ser adaptados para proteger os usuários da chuva e de vento.

Os locais de instalação dos totens informativos de paradas de ônibus (sem cobertura), que não poderão ter publicidade, vão ser determinados por órgãos da prefeitura.

Editoria de Arte/Folhapress

REGIÕES

Os novos relógios de rua a serem instalados na cidade, de acordo com Ana Célia Biondi, representante do consórcio ganhador da concessão, foram projetados para durar 25 anos e serão operados e atualizados à distância.

"O projeto do relógio levou em conta as características da cidade. São dois modelos exclusivos capazes de resistir à chuva, à poluição, aos ventos", disse Biondi.

O grupo vai começar a substituir os antigos modelos no primeiro semestre do ano que vem e tem 14 meses para concluir o trabalho.

As regiões leste, oeste, norte e sul vão receber, no mínimo, 150 relógios. A porção central da cidade vai ter, no máximo, cem unidades. (JAIRO MARQUES)

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Marcelo Mathias (53)(10h10) há 4 horas
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Que legal, 46 mil reais cada ponto de onibus.
Quem projetou esses pontos, não anda de onibus e nem vive em São Paulo.
Bancos virarão moradias por serem planos e vidros que estarão quebrados em 1 semana, fora a fragilidade do modelo "aço".
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Reynante * (6691)(10h17) há 4 horas
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Esses ponto de onibus custaram, mais caros do que os apartamentos da Cohab...
Deve ter uns 200 atravessadores nessa história levando pro-pi-na...
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Rodrigo Ferreira (850)(08h12) há 6 horas
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Que ótima notícia, mais uma infraestrutura de uma empresa terceirizada que os usuários dos ônibus terão que pagar (custo embutido na passagem de ônibus). Essa gestão está mesmo ótima para a população, quem sabe não coloquem uma TV LED nos pontos e obriguem a população pagar também. O povo é obrigado a tudo, que país mais democrático.
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sábado, 6 de outubro de 2012

Ônibus movido a bateria é testado em SP

05/10/2012 - R7, com AE

Segundo a prefeitura paulistana, veículo elétrico vai economizar cerca de R$ 179,77 por dia, em comparação aos ônibus a diesel

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, participou na segunda-feira passada (1°), no Pavilhão de Exposições do Anhembi, zona norte da capital paulista, da apresentação de um ônibus movido à bateria.

O veículo é de fabricação chinesa e está em teste, informa a prefeitura, devendo começar a rodar até o fim do ano ou, no máximo, até o começo de janeiro de 2013.

Para funcionar, o ônibus à bateria deve ser carregado durante a noite, por cerca de quatro horas. Durante o teste, o coletivo rodou 230 km, a um gasto calculado de R$ 60,58. Para comparar, um ônibus à diesel consome R$ 240,35 para a mesma distância. Segundo a prefeitura, isso significa que, em um ano, a cidade economizaria R$ 59.324,70.

Eletroposto

Na último dia 28 de setembro, foi lançado o primeiro eletroposto de recarga rápida de veículos elétricos no Brasil com sistema de billing e ferramentas de planejamento elétrico. O projeto avaliará os impactos dos veículos elétricos nos sistemas de distribuição de energia elétrica e já deram início aos testes da primeira fase do projeto, que serão concluídos no final de 2012.


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sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Em 3 anos, SP perdeu 1 em cada 4 fretados

04/10/2012 - O Estado de São Paulo, Artur Rodrigues

SÃO PAULO – Três anos depois do início das restrições na região central de São Paulo e da exigência de troca de parte da frota, um quarto dos fretados deixou as ruas da capital. Eram cerca de 6 mil circulando diariamente pela cidade em 2009. Hoje, não passam de 4,5 mil, segundo o Sindicato das Empresas de Transporte por Fretamento (Transfretur).

Veja também:
Taxa deve deixar fretado 5% mais caro para passageiro
MP abre inquérito para apurar restrição a fretados em SP
TJ derruba decisão que levantava restrições a ônibus fretados

Na época, a Prefeitura chamou os fretados de "táxis de luxo", que competiam com o transporte público, e afirmou que a restrição em uma área de 70 km² melhoraria o trânsito. Com isso, ônibus que deixavam os passageiros na porta das empresas tiveram de passar a fazer o desembarque em estações do metrô – Brás, Barra Funda e Imigrantes.

O administrador de empresas Antonio Mantovani, de 56 anos, até tentou manter a comodidade. "Aumentou meu custo e era um desgaste à toa. Resolvi parar com a maratona do transporte público e pagar garagem. Agora, só venho de carro", diz.

Segundo o Transfretur, muitos tiveram a mesma decisão. "Em 2009, tínhamos 370 mil pessoas usando fretados. Hoje, são cerca de 300 mil. Quem saiu do fretado foi para o carro", diz o diretor executivo da Transfretur, Jorge Miguel dos Santos.

A Prefeitura, no entanto, afirma que o trânsito melhorou. Segundo dados da Secretaria dos Transportes, em 2008, antes da restrição, a média de lentidão foi de 89 km no período da manhã e de 129 km à tarde. No ano passado, foram 80 km e 108 km, respectivamente. Nesse período, porém, além dos fretados, também houve restrições a caminhões na cidade.
A administração municipal afirma ainda que na Avenida Paulista, onde se concentravam muitas linhas de fretados, a velocidade média dos ônibus comuns no pico da manhã passou de 11,69 km/h para 17,12 km/h.

Crítica. Para o consultor e engenheiro de tráfego Horácio Figueira, a Prefeitura errou ao restringir essa alternativa. Para ele, quem está acostumado a ir sentado, no ar-condicionado, saindo da porta de casa e chegando diretamente ao destino, só trocaria o carro por algo parecido. "O fretado é uma alternativa para tirar carros da rua e a cidade não gastaria nada com isso", afirma.
No ano que vem, termina o prazo para que veículos com mais de 15 anos saiam das ruas. O sindicato estima que pelo menos mais 700 deixem de circular. De acordo com a Associação das Micro, Pequenas e Médias Empresas de Fretamento (Assofresp), com as restrições impostas pela Prefeitura, 30% das companhias de até médio porte fecharam.


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quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Prefeitura de São Paulo testa ônibus movido a bateria

03/10/2012 - Assessoria de Imprensa - SPTrans

A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Transportes e da São Paulo Transporte (SPTrans), em parceria com a Rede C40, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e Instituto ISSRC, está realizando testes com um novo ônibus movido a bateria, fabricado pela empresa chinesa BYD. Essa tecnologia, que emite zero poluente, é inédita no Brasil.

Os primeiros testes do veículo foram realizados sem passageiros, entre 17 e 27 de setembro, pela Viação Transppass. O ônibus foi carregado com bombonas d'água para simular o peso de um coletivo com passageiros, em rotas e linhas pré-determinadas, para medir a eficiência energética, consumo e desempenho do veículo.

O veículo a bateria continuará em testes por mais 15 dias sob responsabilidade da empresa Ambiental Transporte, supervisionada pela SPTrans, onde serão conferidos os ganhos de eficiência registrados nos testes realizados em São Paulo e também em Bogotá, na Colômbia.

Os testes já realizados mostraram que esse modelo consome 131,7 kwh a cada 100 quilômetros percorridos, ao custo de R$ 0,20 por kwh. Um ônibus comum movido a diesel consome 55 litros de combustível para rodar a mesma quilometragem, ao preço médio de R$ 1,90 por litro. O veículo movido a bateria tem uma autonomia de 250 quilômetros com uma carga completa, que leva no máximo quatro horas para ser realizada.

Durante um dia de teste, foram rodados 230 quilômetros com um custo de R$ 60,58 para o veículo movido a bateria, recarregado fora do horário de pico, quando o preço da energia é mais baixo. O ônibus movido a diesel teve um gasto de R$ 240,35 no mesmo cenário de teste. Isso representa uma economia que pode chegar a R$ 179,77 por dia, ou R$ 59.324,10 por ano, apenas com combustível.

Um veículo movido a bateria e modificado para atender às especificações da SPTrans está avaliado em R$ 950 mil, enquanto um similar movido a óleo diesel custa em média R$ 400 mil. Essa tecnologia já está em operação em países como China, Cingapura, Taiwan, Itália, Holanda, Alemanha e Estados Unidos.

O veículo que está sendo utilizado nos testes não atende às especificações e padrões exigidos pela SPTrans, por ser um ônibus criado para atender aos padrões operacionais da China. Um modelo deverá ser montado, dentro das especificações da Capital, para fazer novos testes aos interessados na aquisição do equipamento.

As empresas Transppass e Ambiental Transporte tiveram participação nos testes disponibilizando a infraestrutura, mão de obra operacional e de manutenção.

Programa Ecofrota

Tecnologias utilizadas

Biodiesel: 1.200 ônibus são abastecidos com uma mistura de 20% de biodiesel de grãos ao diesel já utilizado na Cidade. A utilização do combustível B20 nesses veículos reduz em até 22% a emissão de material particulado, 13% de monóxido de carbono e 10% de hidrocarbonetos

Energia elétrica: A Prefeitura, por meio da SPTrans, vai renovar 140 dos 190 trólebus que circulam na cidade. 92 veículos novos já estão operando com poluição zero.

Diesel de cana: 160 ônibus abastecidos com 10% de diesel de cana estão circulando na Cidade. Os testes realizados anteriormente apresentaram uma redução de até 41% de fumaça preta, comparado com os veículos abastecidos com diesel B5.

Etanol: 60 veículos abastecidos com etanol operam com redução de emissão de material particulado, NOx e sem liberar enxofre no ar de São Paulo.

O restante da frota utiliza combustível B5 S50, ou seja, uma mistura de diesel de petróleo adicionado a 5% de biodiesel.

A SPTrans investe ainda na renovação da frota da Cidade, realizando a troca dos veículos antigos por modelos de tecnologia mais nova, com maior capacidade e menos poluentes. Dos 15 mil ônibus da frota, 13.333 (ou 88,8%) já foram renovados.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Começam os testes com ônibus híbrido em Araraquara

30/09/2012 - Prefeitura de Araraquara


O ônibus híbrido de teste da Volvo, que funciona com motores a biodiesel e elétrico, começou a circular nas linhas da CTA (Companhia Troleibus Araraquara) e deverá permanecer na cidade por cerca de 30 dias. Araraquara é uma das primeiras cidades do País a receber o modelo e foi escolhida pelo seu histórico com ônibus elétricos.

A vinda do ônibus híbrido é resultado de um acordo entre a Volvo e a CTA. Antes de Araraquara, o veículo somente havia circulado em grandes cidades, como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Campinas e São José dos Campos.

A CTA irá colocar o veículo em diversas linhas ao longo do período de testes. Como não possui catraca, o ônibus irá embarcar os passageiros somente no TCI (Terminal Central de Integração).

Meu Transporte em Araraquara

Com tecnologia de ponta, o ônibus híbrido tem um motor diesel de 215 CV e outro elétrico de 180CV, que tracionam o veículo de forma simultânea ou independente. As principais características do veículo são as reduções de 35% e 50% no consumo de combustível e na emissão de gases, respectivamente, o baixo ruído e o conforto aos passageiros.


O ônibus também possui sistema de rebaixamento da suspensão para facilitar o embarque de cadeirantes e para que possa circular em ruas com lombadas e valetas.

Segundo Agnaldo Machado, representante da concessionária Auto Sueco da Volvo, o veículo segue norma da Euro 5, correspondente ao Conama P7 brasileiro, que regulamenta a emissão de poluentes por veículos automotores.

Machado afirma que os ônibus híbridos começaram a ser adquiridos neste ano no Brasil e duas empresas nacionais estão fazendo as carrocerias dos veículos. "A receptividade da população tem sido a melhor possível", afirma ele.



Como funciona?
Ao arrancar, o ônibus é movido pelo motor elétrico. O alto torque proporciona uma partida macia e silenciosa. A partir do momento em que uma determinada velocidade é atingida, aproximadamente 20 km/h, o motor diesel entra em operação. Quando o veículo está parado, o motor diesel é desligado. Para isso, um avançado sistema de controle regula a aplicação de recursos de potência. As duas fontes de energia interagem de forma otimizada. O uso reduzido de energia e as baixas emissões são certamente os principais benefícios do Volvo Híbrido.


As emissões de CO2 e NOx são dramaticamente reduzidas, obtendo índices até 50% inferiores em relação aos limites permitidos na Europa. Outra vantagem que contribui para a economia do sistema é que o uso combinado do motor elétrico permite a utilização de um motor diesel de menor porte do que os de ônibus urbanos convencionais, sem reduzir seu desempenho.

Informações: Prefeitura de Araraquara

Campinas fica com R$ 339 milhões do PAC da Mobilidade

24/04/2012 - Blog da Rose

A Prefeitura de Campinas vai receber R$ 339 milhões do PAC da Mobilidade. O anúncio foi feito hoje pela presidente da República Dilma Rousseff. O prefeito Pedro Serafim (PDT) participou da cerimônia.

A verba – R$ 98 milhões a fundo perdido e outros R$ 197 milhões financiados pelo BNDES ou CEF (Caixa Econômica Federal) – será utilizada para construir dois corredores exclusivos para ônibus na região do Ouro Verde e Campo Grande, entre outras obras. A contrapartida da prefeitura será de R$ 30 milhões.

O volume para obras de mobilidade urbana distribuídos hoje alcança a cifra de R$ 22 bilhões em recursos do Orçamento Geral da União. O programa atenderá municípios com mais de 700 mil habitantes em 19 Estados. Os governos estatuais e municipais terão de fazer investimentos em contrapartida, um volume de recursos que deverá chegar a R$ 32 bilhões.

As cidades contempladas são Belém (PA); Belo Horizonte (MG); Brasília (DF); Campinas (SP); Campo Grande (MS); Curitiba (PR); Fortaleza (CE); Goiânia (GO); Guarulhos (SP); João Pessoa (PB); Maceió (AL); Manaus (AM) ; Natal (RN); Nova Iguaçu (RJ); Porto Alegre (RS); Recife (PE); Rio de Janeiro (RJ); Salvador (BA); São Bernardo do Campo (SP); São Luís (MA); São Paulo (SP) e Teresina (PI).


Marcelo Almirante
69 - 9985 7275