sexta-feira, 9 de abril de 2010

SP testa suporte para bicicleta em ônibus


9/4/2010
O Estado de S.Paulo

A São Paulo Transportes (SPTrans) vai começar a testar nos ônibus um equipamento que possibilita aos usuários levar bicicletas. O bike rack é um suporte colocado na frente do coletivo e que pode carregar até três bicicletas. Na capital paulista, o projeto está sendo chamado de Bike Bus e deve começar a operar em caráter experimental em dez dias.
   
A proposta foi apresentada à SPTrans por diretores da Viação Sambaíba, responsável pelo transporte na zona norte. Representantes da empresa estiveram nos Estados Unidos e descobriram o equipamento, que é utilizado em cidades como Miami e Los Angeles. Técnicos da SPTrans vão analisar os aspectos de segurança. Se tudo der certo, a experiência começa no próximo fim de semana (dias 17 e 18).
   
Roubos. O equipamento funciona de maneira parecida aos suportes de bicicletas para automóveis. Quando o ônibus para, o motorista aciona um mecanismo que destrava o Bike Bus para que os usuários guardem as bicicletas. A trava é novamente acionada, para evitar roubos. A SPTrans estima que a operação dure cerca de um minuto.
   
Inicialmente, o Bike Bus deve funcionar somente nos fins de semana. A SPTrans pretende implantar o equipamento em poucas linhas que passem por parques. Os técnicos da empresa que administra o transporte na capital vão acompanhar esse período de testes, que ainda não tem duração determinada. Caso a experiência seja positiva, os equipamentos serão instalados em toda a frota da capital.
   
Dia a dia. A iniciativa foi elogiada por ciclistas e ativistas, já que possibilita combinação entre bicicletas e transporte público. Estudos apontam que as bicicletas são ideais para trajetos até sete quilômetros, o que dificulta a utilização como meio de transporte diário. "Com isso dá para fazer uma perna de bicicleta e utilizar os ônibus na maior parte do trajeto, em trechos de subida", diz o cicloativista e diretor do Instituto Ciclo BR, André Pasqualini.
  
Por outro lado, há reclamação de que o período de testes esteja sendo feito somente na região dos parques. O receio é que a Prefeitura desista da medida por considerar que não houve uma grande adesão. "Quem vai a um parque de bicicleta já está preparado para pedalar bastante e, por isso, pode não usar os ônibus. Por isso os testes deveriam ser feitos com quem utiliza as bicicletas para trabalhar, que é a maioria dos deslocamentos", diz Pasqualini.
   
Nos trilhos. O Metrô de São Paulo permite bicicletas fora do horário de pico. Além disso, foram instaladas ciclofaixas de lazer aos fins de semana, mas as ciclovias ainda são raras.


LÁ TEM...

Londres, Inglaterra
Foi uma das primeiras cidades a instalar suportes para bicicleta. As primeiras experiências foram incorporadas nos ônibus vermelhos de dois andares

Paris, França
Bicicletários no centro permitem às pessoas retirar bicicletas a baixo custo, como 1 (R$ 2,36) por 50 minutos

Berlim, Alemanha
As bicicletas podem ser levadas no metrô da cidade a qualquer hora do dia, sendo muito usadas como meio de transporte

terça-feira, 6 de abril de 2010

Obras do Corredor Itapevi - São Paulo (Butantã) têm início em julho


Segunda-feira, 5 de abril de 2010                     

A Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo – EMTU/SP recebe, no próximo dia 16, as propostas das empresas interessadas em implantar o Corredor Itapevi-São Paulo (Butantã) – trecho Itapevi-Jandira. O vencedor da licitação iniciará as obras no início do segundo semestre.

Nessa primeira fase, serão construídos 5 km de viário, de Itapevi a Jandira, com calçadas, ciclovia, passarela e pontos de parada que atenderão cerca de 16 mil passageiros ao dia. O novo Corredor faz parte do Expansão São Paulo, programa do Governo do Estado para a modernização e ampliação do transporte metropolitano. O Corredor receberá investimentos de R$ 71 milhões.

O Corredor Itapevi – São Paulo (Butantã) se estenderá por 33 km desde o município de Itapevi, junto à estação de trem da CPTM, até a futura Estação Butantã, da Linha 4 - Amarela, do Metrô. O projeto integrará linhas de ônibus municipais, metropolitanas, trem e metrô, atendendo às cidades de Itapevi, Jandira, Barueri, Carapicuíba, Osasco e São Paulo que, juntas, somam 12,5 milhões de habitantes.

Os primeiros 5 km de viário acompanharão melhorias urbanísticas, como construção de calçadas, novo viário, viaduto, implantação de ciclovia e passarela que deverão proporcionar uma requalificação urbana ao longo do trajeto.

Viagens mais rápidas
O trecho entre Itapevi e Jandira é percorrido por ônibus intermunicipais em 25 minutos. As melhorias viárias e a instalação de baias nos pontos de parada aumentarão a fluidez do tráfego geral, refletindo diretamente no tempo de viagem dos usuários, que diminuirá para 10 minutos. A EMTU/SP atende atualmente o trajeto Itapevi-Jandira com 19 linhas intermunicipais operadas pelo Consórcio Anhanguera.

Convênios
Para viabilizar o Corredor, a EMTU/SP assinou convênios de cooperação técnica e apoio recíproco com as prefeituras de Itapevi e Jandira. O acordo engloba as fases de planejamento, implantação, operação, manutenção e expansão.

Assessoria de Imprensa
Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos - EMTU/SP

sexta-feira, 2 de abril de 2010

População poderá conhecer projeto do novo corredor da Emtu/SP


31/03/2010 - STM/SP


A população dos municípios de Itapevi e Jandira poderá conhecer, nos próximos dias 5 e 7 de abril, o projeto para a implantação do Corredor Metropolitano Itapevi-São Paulo, desenvolvido pela EMTU/SP.

O objetivo do encontro com as comunidades é informar sobre a importância dessa obra, que faz parte do Expansão SP, e esclarecer dúvidas dos moradores da região beneficiada.

No total, serão 33 km de extensão. As obras do trecho prioritário, que compreende 5 km entre Itapevi e Jandira, têm previsão de início no segundo semestre deste ano.

Após os encontros com a comunidade, a EMTU manterá um posto de atendimento em Jandira e um em Itapevi para dar continuidade aos esclarecimentos à população.